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Auxílio emergencial diminuiu porque não há mais como se endividar, diz Bolsonaro

Jair Bolsonaro voltou a dizer que o Bolsa Família receberá reajuste de pelo menos 50% até novembro - Eraldo Peres/AP Photo
Jair Bolsonaro voltou a dizer que o Bolsa Família receberá reajuste de pelo menos 50% até novembro Imagem: Eraldo Peres/AP Photo

Gustavo Côrtes e Matheus de Souza

Do Estadão Conteúdo, em Brasília e São Paulo

20/07/2021 13h10Atualizada em 20/07/2021 13h31

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e defendeu mais uma vez das críticas pela redução do valor do auxílio emergencial de R$ 600 para R$ 250 em 2021. "Diminuiu porque não tem mais como se endividar", justificou na manhã de hoje, em conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada.

Ele também voltou a dizer que o Bolsa Família receberá reajuste de pelo menos 50% até novembro. Em seguida, disparou contra seu principal antagonista nas pesquisas eleitorais, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

"O pessoal já esqueceu tudo o que o Lula e a Dilma fizeram contra o Brasil? O Haddad ficou 12 anos no Ministério da Educação e só fez besteira", disparou.

Os levantamentos de institutos de pesquisa têm revelado desgaste da popularidade de Bolsonaro perante o eleitorado. O presidente também criticou o posicionamento de Lula em relação às manifestações populares em Cuba, onde, segundo Bolsonaro, "tem jovens morrendo pela liberdade". "Aqui no Brasil tem jovens loucos para perder a liberdade", disse.