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Serviços ainda estão 2,1% acima do nível pré-pandemia, diz IBGE

28.set.2021 - Movimentação de consumidores nos arredores da rua 25 de março, em São Paulo, região tradicional de comércio popular - Cris Faga/Estadão Conteúdo
28.set.2021 - Movimentação de consumidores nos arredores da rua 25 de março, em São Paulo, região tradicional de comércio popular Imagem: Cris Faga/Estadão Conteúdo

Daniela Amorim

Rio

14/12/2021 10h18Atualizada em 14/12/2021 10h55

A queda de 1,2% no volume de serviços prestados no Brasil em outubro ante setembro fez o setor de serviços diminuir a distância em relação ao nível pré-pandemia. Em outubro, os serviços funcionavam em patamar 2,1% superior ao de fevereiro de 2020, antes do agravamento da crise sanitária.

Em agosto, essa distância era de 4,1%. Em setembro, de 3,3%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em outubro, os transportes passaram a operar 4,7% acima do nível pré-pandemia, de fevereiro de 2020, enquanto os serviços prestados às famílias ainda estavam 13,6% abaixo.

Os serviços de informação e comunicação estão 7,9% acima do pré-pandemia, e o segmento de outros serviços está 5,1% aquém. Os serviços profissionais e administrativos estão 3,7% abaixo do patamar de fevereiro de 2020.

Serviços operam 9,3% abaixo do pico registrado em 2014

O setor de serviços ainda operava em outubro 9,3% abaixo do ponto mais alto registrado em novembro de 2014, segundo os dados do IBGE.

Os serviços prestados às famílias estavam 23,9% abaixo do pico de outubro de 2013, enquanto os serviços de informação e comunicação operavam 2,5% aquém do ápice, registrado em agosto de 2021.

Os serviços profissionais, administrativos e complementares estavam 23,3% abaixo do ápice de junho de 2013, e os Transportes funcionavam 9,2% aquém do pico de fevereiro de 2014.

O segmento de outros serviços estava 15,5% abaixo do auge de janeiro de 2012.

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