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Pesquisa inédita patrocinada pela Medecell mostra que a automedicação é uma prática comum em mais de 90% da população

Medecell do Brasil

Os dados abaixo são de responsabilidade das empresas envolvidas e não são produto jornalístico do UOL

SÃO PAULO, 27 de janeiro de 2016 /PRNewswire/ -- A pesquisa mostra que as dores que mais afetam os paulistanos são dores de cabeça (42%), lombar (41%), cervical (28%) e pernas (26%), responsáveis por grande parcela do consumo indiscriminado de analgésicos orais.

A pesquisa foi realizada com 1216 moradores do estado de São Paulo e mesmo tendo consciência dos malefícios da ingestão excessiva ou inadequada, 45 % da população acredita que automedicar-se só é prejudicial no caso de remédios identificados com tarja vermelha ou preta.

Os medicamentos são o principal agente causador de intoxicação em seres humanos no Brasil desde 1994, segundo dados do Sistema Nacional de Informações Toxico-Farmacológicas, que em 2012 registrou cerca de 8 mil mortes.

Para 56% dos entrevistados, o uso de uma opção não medicamentosa segura para o alívio da dor seria a solução ideal, pois eles acreditam que o uso de medicamentos tem um efeito nocivo à saúde, impactando na qualidade de vida no futuro.

Dessa amostragem, 39% faz o uso de medicamentos orais para o alívio da dor, mas apenas em últimos casos, 24% utiliza medicamentos conforme o tipo de dor, 20% não toma medicamento de forma alguma e outros 17% prefere recorrer inicialmente a terapias alternativas e receitas caseiras antes de usar um analgésico.

De uma forma geral, os dados mostram que 74% da população paulista tem em mente que a automedicação é prejudicial à saúde e que evitar o consumo de medicamentos pode ser benéfico para a boa saúde no futuro.

Outro dado curioso da pesquisa é que 87% dos paulistas estão abertos a novas soluções de tratamentos que possam ser eficientes para o alívio da dor, enquanto uma outra parcela, 16%, afirma não acreditar em métodos alternativos, quando questionados sobre a eficácia de métodos não medicamentosos.

A pesquisa também revelou que a dor é feminina, com 55% do total da amostragem. Segundo a Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, mulheres são mais acometidas pelas dores crônicas, enfrentando variações de ciclo hormonal e dores decorrentes do processo reprodutivo. O sexo feminino também sofre mais com as dores de cabeça e dores na coluna.

Uma boa novidade amplia o uso da neuroestimulação, levando seu uso para além dos consultórios e clínicas médicas. A técnica comprovadamente eficaz para o alívio de dores, o Transcutaneous Electrical Nerve Stimulation (TENS) ganhou uma versão inovadora, autoaplicável, portátil e descartável: Tanyx®.

Disponível nas farmácias brasileiras, Tanyx® vem regulado para o alívio da dor e pode ser uma excelente alternativa com eficácia comprovada para evitar a automedicação e todas as consequências perigosas que podem acompanhar esta prática tão comum.

G3 Comunicação (11) 4654-2701

andrea.guardabassi@girafa3.com.br

https://www.tanyx.com.br/imprensa/

FONTE Medecell do Brasil

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