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5º FÓRUM DA SAÚDE E BEM-ESTAR é palco para debate sobre os principais temas do setor

5º FÓRUM DA SAÚDE E BEM-ESTAR

Os dados abaixo são de responsabilidade das empresas envolvidas e não são produto jornalístico do UOL

SÃO PAULO, 1 de junho de 2016 /PRNewswire/ -- Para David Uip, secretário da Saúde do Estado de São Paulo, "a política pública contra uma epidemia envolve as gestões federal, estadual e municipal". Segundo ele, a prevenção, com a criação de vacinas e a realização de pesquisas no País, é o melhor caminho. O secretário foi um dos palestrantes do 5º FÓRUM DA SAÚDE E BEM-ESTAR, evento promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais e LIDE SAÚDE, ontem (31), no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo.

Uip debateu ao lado de Alexandre Padilha, secretário da Saúde da Cidade de São Paulo, sobre as epidemias no Brasil ­- e como combatê-las -, sem isentar responsabilidades das esferas municipal, estadual ou federal. Ponderados os casos de dengue, chikungunya e zika vírus, o destaque ficou pelos números.

"Nos primeiros cinco meses de 2015, foram 898 mil casos de dengue, com 476 mortes. Em 2016, foram 300 mil casos, com 49 mortes. A chikungunya preocupa, pois houve 63 casos autóctones (criados dentro do Estado), enquanto, em 2015, não houve nenhum. Já a zika, em 2015, tivemos 39 casos confirmados. Nesse ano, até março, foram 1470, e um caso de microcefalia", pontuou o secretário. Ele também mencionou atenção sobre a sífilis e o vírus HIV, que passa por nova epidemia. "Morrem oito paulistas por dia em razão da Aids. O tratamento evoluiu, mas a doença ainda causa preocupação".

Os painéis seguintes contaram com exposições da médica pneumologista do Instituto do Sono, Luciane Fujita, que abordou longevidade e sono: "Perdem-se 27 minutos de sono por década até os 80 anos". Depois, Moisés Cohen, chefe de departamento de Ortopedia da FMUSP, comentou que "nas décadas de 70 e 80, houve um aumento de lesões pelo excesso de exercícios. Do outro lado, a vida sedentária mata aproximadamente dois milhões de pessoas por ano". Claudio Lottenberg, presidente do LIDE SAÚDE e do Hospital Albert Einstein, ressaltou a importância de identificar tecnologias que, de fato, sejam efetivas para o paciente, e também das bases de dados, para que as informações sejam mais bem aproveitadas.

O Fórum teve patrocínio da EMS e apoio da PHILIPS e SANOFI. Participação do HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN, com a colaboração de 3M, HOSPITAL BENEFICIÊNCIA PORTUGUESA, NESTLÉ e RV ÍMOLA. Fornecedores oficiais ANTILHAS, ECCAPLAN, GRUPO CDI, NBS, NESCAFÉ DOLCE GUSTO, NESTLÉ, RODOBENS COMUNICAÇÃO e ROOTS TO GO. As rádios BAND AM, BAND NEWS FM, BRADESCO ESPORTE, as revistas ISTOÉ, ISTOÉ DINHEIRO, PENSE LEVE, o jornal PROPMARK e a PR NEWSWIRE, foram os mídia partners.

Contato: Erica Valério

ericavalerio@grupodoria.com.br / 11 3039-6098

FONTE 5º FÓRUM DA SAÚDE E BEM-ESTAR

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