PUBLICIDADE
IPCA
+0,25 Jan.2021
Topo

Cotações

Dólar sobe 0,5% e fecha a R$ 5,623; Bolsa se mantém quase estável

Getty Images/iStock
Imagem: Getty Images/iStock

Do UOL, em São Paulo

07/10/2020 17h14Atualizada em 07/10/2020 17h46

O dólar comercial teve valorização de 0,5% e fechou o dia cotado a R$ 5,623 na venda. Ontem, a moeda norte-americana tinha subido 0,52%, negociada por R$ 5,595.

Já o Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores brasileira, fechou o pregão quase estável (-0,09%), aos 95.526,26 pontos. Na última sessão, o Ibovespa tinha desvalorizado 0,49%, a 95.615,031 pontos.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para quem vai viajar e precisa comprar moeda em corretoras de câmbio, o valor é bem mais alto.

Renda Cidadã no radar

O risco de prorrogação do estado de calamidade pública, combinado com a falta de clareza sobre quando o governo definirá as fontes de financiamento para o Renda Cidadã, futuro substituto o Bolsa Família, mantiverem o sentimento do mercado sob pressão.

Investidores temem que, para bancar o novo programa social, o governo recorra a medidas que impliquem em descumprimento do teto de gastos, considerado a âncora fiscal do Brasil no momento.

"O mercado até repercute as falas do Paulo Guedes [ministro da Economia], mas falta ação neste governo. É muita fala e pouca ação, tanto de um lado quanto do outro", disse Victor Beyruti, economista da Guide Investimentos, à agência Reuters. "Guedes tem boa intenção, mas já vimos que ele não dá a palavra final. Isso vai minando a credibilidade."

Com isso, o real figurou entre as moedas de pior desempenho no dia, destoando dos ganhos vistos em outros países emergentes. A brasileira esteve entre as sete moedas (de uma lista de 33) que desvalorizaram frente ao dólar, ocupando a terceira pior posição — melhor apenas que peso argentino e a lira turca.

Este conteúdo foi gerado pelo sistema de produção automatizada de notícias do UOL e revisado pela redação antes de ser publicado.

(Com Reuters)

Cotações