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Sistema de pagamento instantâneo do Banco Central é alternativa a DOC, TED e cartões


Empresas poderão recolher FGTS com Pix a partir de janeiro de 2021

Inclusão do FGTS no Pix beneficia empregadores, tornando mais fácil o cumprimento das obrigações - Aloísio Maurício/Fotoarena/Estadão Conteúdo
Inclusão do FGTS no Pix beneficia empregadores, tornando mais fácil o cumprimento das obrigações Imagem: Aloísio Maurício/Fotoarena/Estadão Conteúdo

Do UOL, em São Paulo

13/11/2020 18h11Atualizada em 17/11/2020 09h26

O Banco Central vai aumentar as possibilidades de uso do Pix, permitindo que empresas usem o sistema de pagamentos instantâneos para recolher as contribuições ao FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). A previsão é que essa facilidade esteja em operação a partir de janeiro de 2021, com o lançamento do FGTS Digital.

A integração com o Pix, segundo o BC, beneficiará o FGTS, que ganhará em agilidade no recebimento dos recursos, maior facilidade de conciliação e maior número de instituições aptas a receber esses recolhimentos, o que pode acabar reduzindo as taxas que o fundo paga pelo serviço.

Na outra ponta, a inclusão do FGTS no Pix também beneficia as empresas, tornando mais fácil o cumprimento de suas obrigações.

Outra novidade é a possibilidade de as próprias instituições financeiras e de pagamento, se usuárias finais, realizarem e receberem pagamentos por meio do Pix. Mas a opção só vale para transações decorrentes de obrigações e direitos próprios, como o pagamento de fornecedores e impostos, estando proibidas as operações em que a contraparte seja uma instituição financeira ou de pagamento.

O objetivo, de acordo com o BC, é permitir que usuários possam contratar crédito de uma instituição, mas recebê-lo em outra diferente, onde já tenham uma conta corrente que costumam usar. Desta forma, o processo de concessão crédito é facilitado, aumentando a competição pelo cliente.

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