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Índice que reajusta aluguel fica em -0,64% no mês; em 12 meses, é de 24,86%

Apesar da queda, o IGP-M acumula alta de 16% no ano - Getty Images/EyeEm
Apesar da queda, o IGP-M acumula alta de 16% no ano Imagem: Getty Images/EyeEm

Do UOL, em São Paulo

29/09/2021 08h14Atualizada em 29/09/2021 09h45

O IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado), utilizado como referência para o reajuste de contratos, como os de aluguel de imóveis, caiu 0,64% em setembro, após registrar alta de 0,66% em agosto. Ou seja, o índice teve deflação no mês, a primeira queda mensal em um ano e meio, desde fevereiro de 2020 (-0,04%) e a menor taxa desde agosto de 2019 (-0,67%).

Apesar da queda, o IGP-M acumula alta de 16% no ano e de 24,86% em 12 meses. Em setembro do ano passado, o índice havia subido 4,34% e acumulava alta de 17,94% em 12 meses.

Os dados foram divulgados hoje pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Queda do minério de ferro

André Braz, coordenador dos índices de preços, explicou que o minério de ferro continua influenciado o resultado do IGP-M. "A queda de 21,74% registrada no preço desta commodity foi a principal contribuição para o resultado do índice. Sem o minério de ferro, o IGP-M teria registrado alta de 2,37% em agosto e de 1,21% em setembro", disse.

O IGP-M é composto por alguns subíndices, como o IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo), o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) e o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção).

O IPA caiu 1,21% em setembro, após elevação de 0,66% em agosto. Já o IPC, que inclui os custos com a conta de luz, subiu 1,19% em setembro, ante 0,75% em agosto. O INCC subiu 0,56% em setembro, repetindo a taxa do mês anterior.

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