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Haddad diz que taxar empresas chinesas é trazer 'igualdade de condições'

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante entrevista coletiva em Brasília - REUTERS/Adriano Machado
Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante entrevista coletiva em Brasília Imagem: REUTERS/Adriano Machado

Colaboração para o UOL, em São Paulo

13/04/2023 10h18Atualizada em 13/04/2023 11h23

O ministro da Fazenda Fernando Haddad disse à GloboNews que a taxação de empresas chinesas é uma "isonomia na concorrência".

O que Haddad falou?

Segundo Haddad, existem reclamações de concorrência desleal por parte de alguns sites. Ele afirmou que, quando não há isonomia na concorrência, a economia brasileira sai prejudicada.

Ministro disse que algumas mercadorias chinesas são "feitas com base em trabalho análogo à escravidão". "O melhor que pode acontecer para o consumidor e para a economia brasileira é uma isonomia na concorrência, você tem que ter igualdade de condições na concorrência. Ninguém acha que vai ser bom para a economia contrabando, carga roubada e mercadorias feitas com base em trabalho análogo à escravidão. A melhor forma de resolver isso é garantindo igualdade de condições".

Preços falsos para pagar menos imposto também são alvo do governo. O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Gabriel Galípolo, disse em entrevista à GloboNews que a medida também serve para combater empresas que subfaturam produtos e, com isso, burlam as leis brasileiras.

*Com informações da Reuters