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Mercados chineses atingem máxima de 1 mês

XANGAI/CINGAPURA (Reuters) - Os mercados chineses avançaram para a máxima de um mês nesta terça-feira (11), conforme plano de Pequim para reduzir a dívida corporativa desencadeou apostas de fusões e reestruturação entre as empresas estatais listadas na bolsa.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, teve alta de 0,4%. O índice de Xangai subiu 0,59%.

Os investidores receberam bem as informações emitidas pelo gabinete da China na segunda-feira para reduzir o aumento da dívida corporativa, que incluirá o encorajamento de fusões e aquisições, falências de securitização da dívida.

A maior parte do restante da região ficou em baixa. O índice MSCI, que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, tinha queda de 1,13% às 7h47, com os investidores vendo menores chances de o republicano Donald Trump vencer a eleição presidencial nos Estados Unidos.

Mas o índice Nikkei do Japão teve alta de 0,98%, nível mais alto em mais de um mês, graças a um iene mais fraco.

  • Em Tóquio, o índice Nikkei avançou 0,98%, a 17.024 pontos.
  • Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 1,27%, a 23.549 pontos.
  • Em Xangai, o índice SSEC ganhou 0,59%, a 3.066 pontos.
  • O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,4%, a 3.306 pontos.
  • Em Seul, o índice Kospi teve desvalorização de 1,21%, a 2.031 pontos.
  • Em Taiwan, o índice Taiex registrou baixa de 0,5%, a 9.219 pontos.
  • Em Cingapura, o índice Straits Times desvalorizou-se 0,49%, a 2.856 pontos.
  • Em Sydney, o índice S&P/ASX 200 avançou 0,08%, a 5.479 pontos.

(Por Nichola Saminather, Samuel Shen e John Ruwitch)

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