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Pedidos de demissão nos EUA sobem para recorde de 4,5 milhões em novembro

Homem usa máscara contra coronavírus na Times Square, em Nova York, em frente à bandeira dos Estados Unidos (EUA) - Gary Hershorn/Corbis via Getty Images
Homem usa máscara contra coronavírus na Times Square, em Nova York, em frente à bandeira dos Estados Unidos (EUA) Imagem: Gary Hershorn/Corbis via Getty Images

Lucia Mutikani

04/01/2022 14h29

O número de norte-americanos que voluntariamente deixaram seus empregos subiu para um recorde de 4,5 milhões em novembro, uma demonstração de confiança no mercado de trabalho e indicação de que salários mais altos podem prevalecer por um tempo.

O aumento mensal de 370 mil demissões voluntárias relatado na Pesquisa de Vagas em Aberto e Rotatividade de Trabalho do Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, ou relatório Jolts, na sigla em inglês, desta terça-feira foi liderado pelos setores de hospedagem e serviços de alimentação.

Houve também grandes aumentos nas áreas de saúde e assistência social, assim como nos setores de transporte, armazenagem e serviços públicos. Todas as quatro regiões dos EUA relataram um acréscimo no número de pessoas que saíram de seus empregos.

As vagas de trabalho em aberto, uma medida da demanda por mão-de-obra, caíram em 529 mil, para 10,6 milhões, número ainda alto, no último dia de novembro. Economistas ouvidos pela Reuters previam queda para 11,075 milhões de vagas em aberto. Houve grande declínio nas vagas em aberto nos setores de hospedagem e serviços de alimentação, construção e indústrias de produção de bens não duráveis.

Os números de contratações tiveram pouca alteração, a 6,7 milhões.

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