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Ibovespa sobe com exterior, petróleo e balanços

O Ibovespa opera em alta, acompanhando os mercados internacionas e com balanços que agradam os investidores. Às 11h28, o índice da Bolsa paulista ganhava 0,84% e somava 57.400 pontos.

As ações do Banco do Brasil (BB) avançavam 2,92%. O banco divulgou seus números nesta manhã e registrou lucro líquido contábil de R$ 2,465 bilhões no segundo trimestre, com queda de 18% sobre o segundo trimestre de 2015. O resultado ajustado, em que o banco inclui R$ 1,209 bilhão em provisões para créditos duvidosos adicionais, foi de R$ 1,801 bilhão no trimestre, queda de 40,8% em 12 meses. A expectativa de analistas compilada pelo Valor era de um lucro ajustado de R$ 1,95 bilhão para o banco público no período, queda de 35,8%.

Ultrapar aumentava 2,24%, um dia depois de o grupo ter apresentado seus números, com lucro líquido de R$ 364,2 milhões entre abril e junho, alta de 10,8% ante 2015. A receita líquida avançou 4% e chegou a R$ 19,3 bilhões, enquanto o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou R$ 1 bilhão, crescimento de 19%.

Petrobras também avançava - os papéis PN ganham 1,12% e os ON subiam 1,67%. O petróleo tinha alta no exterior. A Petrobras divulga o balanço do segundo trimestre hoje, após o fechamento do mercado. De acordo com a média das estimativas de analistas ouvidos pelo Valor, a Petrobras pode atingir um lucro de R$ 1,9 bilhão no segundo trimestre, o que representaria um aumento de mais de três vezes em relação ao mesmo período de 2015.

Do outro lado, as ações da Marfrig lideram as quedas do Ibovespa, com perda de 4,55%. A empresa informou que teve um prejuízo líquido (atribuído aos sócios da empresa controladora) de R$ 131,9 milhões no segundo trimestre, mais de 20 vezes superior ao prejuízo de R$ 6,5 milhões reportado no mesmo intervalo de 2015. O Valor informa hoje que a Marfrig negocia com o BNDES o resgate de debêntures conversíveis em ações detidas pela BNDESPar, braço de participações do banco.

JBS cedia 0,99%. A redução das despesas com derivativos para proteção cambial fez o lucro líquido da empresa crescer 19 vezes no segundo trimestre. Entre abril e junho, a companhia de alimentos teve um lucro líquido de R$ 1,536 bilhão. Em igual intervalo do ano passado, lucrou R$ 80,1 milhões. O desempenho da JBS ficou acima da média de R$ 890,8 milhões calculada a partir das estimativas de BTG Pactual, Itaú BBA, Morgan Stanley, Santander e Votorantim.

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