Varejo, bancos e bens de consumo estão entre ações recomendadas para junho
Uma seleção de ações com foco em varejo, bancos e bens de consumo foi a escolha da plataforma Órama Investimentos para o mês de junho.
A carteira mensal foi montada com as mesmas ações de maio. O conjunto teve valorização de 1,9%, puxado por ativos do segmento de consumo e varejo.
Confira abaixo, em espaço reservado para assinantes, as ações recomendadas e a análise dos especialistas.
Ações para junho, segundo a Órama
A valorização da carteira de maio, de 1,9%, foi puxada pelas ações da BRF, Ultra e Bradesco, com variação acima dos 13%.
Petz e CVC são os destaques negativos, mas permanecem na seleção:
- Natura & Co. (NTCO3)
- Bradesco (BBDC4)
- Banco BTG (BPAC11)
- Petz (PETZ3)
- CVC (CVCB3)
- Vale (VALE3)
- Simpar (SIMH3)
- Grupo Ultra (UGPA3)
- Brasil Foods (BRFS3)
- Via (VIIA3)
A aposta no setor de bens de consumo vem por meio da Natura. A plataforma de investimentos aposta em uma reversão na tendência de queda, acumulada em 69% nos últimos 12 meses.
As ações do setor de varejo são Petz e Via, além de CVC. A Petz é líder no segmento, com somente 6% de fatia de mercado, o que ilustra um grande potencial de crescimento, segundo a Órama.
A Via, dona das Casas Bahia, é gerida por Michel Klein, que adquiriu o controle da companhia em 2019. "O destaque desta posição é o preço: a avaliação atual do mercado sequer reflete uma empresa de varejo bem gerida e ignora completamente os avanços do ponto de vista tecnológico", analisa a empresa de investimentos.
A CVC, com a vacinação seguindo conforme o esperado e a retomada do turismo, deve ter uma melhora nas ações "em patamares que eram vistos antes da pandemia, abrindo espaço para ganhos significativos", diz a plataforma, em documento para investidores.
O setor de bancos é representado por Bradesco e BTG. O BTG, segundo a Órama, se beneficia do aumento nas taxas de juros, assim como o Bradesco.
Sobre Bradesco, a plataforma diz que a divisão de concessão de crédito, especialmente para grandes empresas, "será um dos últimos negócios a serem atacados pelas 'fintechs', além de se beneficiar de um fator conjuntural que é a alta da Selic".
Este material não é um relatório de análise, recomendação de investimento ou oferta de valor mobiliário. Este conteúdo é de responsabilidade do corpo jornalístico do UOL Economia, que possui liberdade editorial. Quaisquer opiniões de especialistas credenciados eventualmente utilizadas como amparo à matéria refletem exclusivamente as opiniões pessoais desses especialistas e foram elaboradas de forma independente do Universo Online S.A.. Este material tem objetivo informativo e não tem a finalidade de assegurar a existência de garantia de resultados futuros ou a isenção de riscos. Os produtos de investimentos mencionados podem não ser adequados para todos os perfis de investidores, sendo importante o preenchimento do questionário de suitability para identificação de produtos adequados ao seu perfil, bem como a consulta de especialistas de confiança antes de qualquer investimento. Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura e não está isenta de tributação. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço pode aumentar ou diminuir, a depender de condições de mercado, podendo resultar em perdas. O Universo Online S.A. se exime de toda e qualquer responsabilidade por eventuais prejuízos que venham a decorrer da utilização deste material.
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