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    • Agronegócio [63711];
Fotos

A criação de tartarugas-da-amazônia (foto) acontece desde a década de 90 no Brasil e serve de alternativa à caça predatória. Um produtor de Goiás criou uma linha de cosméticos com base na gordura do animal. Clique nas fotos acima para saber mais José Augusto Mota/Ibama/Divulgação Mais

O número de criações de tartarugas caiu 74% entre 2002 e 2014 e a caça das tartarugas continua. De acordo com estudo publicado no Journal of Ethnobiology and Ethnomedicine, apenas no município de Tapauá (AM), 34 toneladas de tartarugas são consumidas todo ano José Augusto Mota/Ibama/Divulgação Mais

O Ibama informa que 3.644 tartarugas foram apreendidas por fiscais em 2013 no país. A maior parte das criações autorizadas foi fechada desde 2002, e o consumo de animais vindos da caça ilegal continua a ocorrer José Augusto Mota/Ibama/Divulgação Mais

Todo ano, as tartarugas-da-amazônia (Podocnemis expansa) se deslocam para praias de rio como as da reserva de Trombetas, em Oriximiná (PA). Concentradas, elas são presa fácil para caçadores ilegais. O número de tartarugas que vão ao local caiu de 7.000 em 1980 para 600 em 2013, informa o comando da reserva André Quagliatto/Lapas/UFU/Divulgação Mais

Como as tartarugas-da-amazônia se reúnem em pontos específicos para desovar, elas e seus ovos se tornam presas fáceis para a exploração ilegal. Na imagem, fêmeas da espécie em desova no Tabuleiro do Embaubal, no Pará Juarez Pezzuti/Divulgação Mais

Medidas de fiscalização tentam frear a caça ilegal de tartarugas e a coleta de seus ovos. A direção da reserva Trombetas, em Oriximiná (PA) afirma que nenhum ninho foi atacado em 2013 José Augusto Mota/Ibama/Divulgação Mais

Como alternativa à caça ilegal, o governo permite a criação de tartarugas desde a década de 90. A principal espécie é a tartaruga-da-amazônia, mas outras como o tracajá (Podocnemis unifilis), da foto, também são criadas, de acordo com o Ibama RAN/ICMBio/Divulgação Mais

O criador José Roberto Alves cria 27 mil animais em quatro tanques de Araguapaz (GO). A criação serve de alternativa à caça de animais na natureza. Para complementar a renda com a carne da tartaruga, Alves criou uma linha própria de cosméticos Cotomi/Divulgação Mais

Como a criação de José Roberto Alves está longe dos centros consumidores do Norte do país, não vende mais do que 100 animais por mês e complementa a produção com cosméticos. Na imagem, os animais são retirados de um dos tanques Cotomi/Divulgação Mais

Para aumentar a renda de sua criação de tartarugas, José Roberto Alves criou uma linha de cosméticos. Os preços vão de R$ 16 pelo frasco de 250 ml de xampu até R$ 38 por um pote de 40 g de creme hidratante (foto) Cotomi/Divulgação Mais

Para o especialista em cosméticos Maurício Pupo, produtos feitos com óleo animal são os de mais fácil absorção pela pele, mas podem transferir hormônios e vírus eventualmente presentes na gordura. Na foto, um frasco de xampu feito de óleo de tartaruga Cotomi/Divulgação Mais

Para Silvana Andrade, presidente da Agência de Notícias de Defesa dos Animais, não há justificativa ética para se matar animais para o consumo. Na foto, tartarugas-da-amazônia logo depois de terem deixado seus ovos André Quagliatto/Lapas/UFU/Divulgação Mais

Alternativas à caça ilegal, criações de tartarugas diminuem 74% em 12 anos

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