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Conheça os dez últimos ganhadores do prêmio Nobel de Economia

Em Estocolmo

11/10/2021 09h56

Confira abaixo os dez últimos vencedores do Prêmio Nobel de Economia, concedido hoje, em Estocolmo.

Oficialmente denominado "Prêmio do Banco da Suécia em Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel", o prêmio é o único que não constava no testamento do inventor sueco da dinamite.

Foi criado pelo Banco Central da Suécia em 1968 e entregue pela primeira vez em 1969.

- 2021: David Card (Canadá), Joshua Angrist (Estados Unidos) e Guido Imbens (EUA-Holanda), por "contribuírem com novas ideias sobre o mercado de trabalho e mostrarem quais conclusões podem ser tiradas de experiências naturais em termos de causas e consequências".

- 2020: Paul Milgrom e Robert Wilson (Estados Unidos), por terem "melhorado a teoria de leilões e terem inventado novos formatos de leilões" em "benefício de vendedores, compradores e contribuintes do mundo inteiro".

- 2019: Esther Duflo (França/Estados Unidos), Abhijit Banerjee (Estados Unidos) e Michael Kremer (Estados Unidos), por seus trabalhos sobre a redução da pobreza no mundo.

- 2018: William Nordhaus e Paul Romer (Estados Unidos), por seus modelos sobre o impacto da atividade econômica no clima.

- 2017: Richard H. Thaler (Estados Unidos), por seus estudos sobre os mecanismos psicológicos e sociais que influenciam as decisões de consumidores e investidores.

- 2016: Oliver Hart (Reino Unido/EUA) e Bengt Holmström (Finlândia), teóricos do contrato.

- 2015: Angus Deaton (Reino Unido/Estados Unidos), "por sua análise de consumo, pobreza e bem-estar".

- 2014: Jean Tirole (França), por seu trabalho sobre "o poder do mercado e a regulação".

- 2013: Eugene Fama, Lars Peter Hansen e Robert Shiller (Estados Unidos), por seus estudos sobre os mercados financeiros.

- 2012: Lloyd Shapley e Alvin Roth (Estados Unidos), por seus trabalhos sobre a melhor maneira de conciliar oferta e demanda no mercado, com exemplos sobre as doações de órgãos e a educação.

- 2011: Thomas Sargent e Christopher Sims (Estados Unidos), por suas análises que permitiram compreender como fatos imprevistos e políticas públicas influenciam os indicadores macroeconômicos.

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