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Energia elétrica ajuda em deflação ao consumidor na 1ª prévia do IGP-M de julho

Daniela Amorim

Rio de Janeiro

A conta de luz mais barata ajudou na deflação de 0,12% registrada pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) na primeira prévia de julho do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). No mesmo período do mês anterior, o IPC-M teve alta de 0,13%.

Cinco das oito classes de despesas tiveram taxas de variação menores, com destaque para o grupo Habitação (de 0,50% na primeira prévia de junho para -0,10% na primeira prévia de maio), com destaque para a tarifa de eletricidade residencial, que passou de 3,32% para -2,44%.

Os demais grupos com decréscimo foram Alimentação (de -0,26% para -0,63%), Transportes (de -0,10% para -0,38%), Despesas Diversas (de 0,37% para 0,05%) e Comunicação (de 0,07% para -0,04%). Os movimentos mais relevantes foram dos itens carnes bovinas (de 0,62% para -1,58%), gasolina (de 0,34% para -2,91%), tarifa postal (de 4,94% para 0,00%) e tarifa de telefone móvel (de 0,03% para 0,00%), respectivamente.

Na direção oposta, houve aumento nas taxas dos grupos Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,33% para 0,64%), Vestuário (de 0,55% para 0,96%) e Educação, Leitura e Recreação (de 0,05% para 0,07%), sob influência de itens como medicamentos em geral (de -0,20% para 0,23%), roupas (de 0,42% para 1,30%) e show musical (de 0,68% para 1,82%).

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