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Banco Mundial prevê queda mais acentuada na história recente das remessas em 2020

O recuo projetado, caso se confirme, será "o mais acentuado na história recente" - Getty Images/iStockphoto/meronn
O recuo projetado, caso se confirme, será "o mais acentuado na história recente" Imagem: Getty Images/iStockphoto/meronn

Do Estadão Conteúdo, em São Paulo

22/04/2020 15h48

O Banco Mundial prevê em comunicado uma queda forte nas emissões, de cerca de 20% em 2020, por causa da crise econômica provocada a partir da pandemia de coronavírus e das medidas para desacelerar a transmissão da doença.

O recuo projetado, caso se confirme, será "o mais acentuado na história recente", graças à queda nos salários e à perda de empregos de trabalhadores imigrantes.

O Banco Mundial lembra que esses trabalhadores tendem a ser mais vulneráveis à perda de empregos e salários durante uma crise econômica nos países em que estão vivendo.

"As remessas para países de rendas baixa e média devem cair 19,7% (na comparação anual), a US$ 445 bilhões, o que representa a perda de um apoio financeiro crucial para muitas famílias vulneráveis", alerta. A instituição lembra que as remessas aliviam a pobreza nesses países e estão associadas a mais gastos com educação e à redução do trabalho infantil.

O Banco Mundial lembra ainda que com esse dinheiro muitas vezes é usado para comprar comida ou pagar serviços de saúde e algumas necessidades básicas.