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Pfizer lança no Brasil novas terapias-alvo contra câncer de pulmão e rim

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SÃO PAULO, 8 de julho de 2016 /PRNewswire/ -- O ano de 2016 marca o fortalecimento do portfólio de oncologia da Pfizer no Brasil com a chegada de dois novos medicamentos ao País, um para câncer de pulmão e outro para câncer renal, ambos classificados como terapia-alvo. Ao focar em um grupo mais restrito de pacientes, esses medicamentos são direcionados a alvos muito específicos, melhorando as chances de respostas efetivas ao tratamento.

Aprovado em mais de 80 países, Xalkori (crizotinibe) é o primeiro medicamento de administração oral indicado para o tratamento do câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) avançado relacionado a uma alteração genética específica (fusão EML4-ALK), o que representa um importante exemplo da aplicação da medicina de precisão para o tratamento oncológico.

Aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em fevereiro de 2016, Xalkori chegou ao mercado nacional em julho. O medicamento age inibindo uma enzima produzida pela fusão dos genes ALK e EML4, substância que favorece a multiplicação das células tumorais no pulmão.

Os estudos clínicos com Xalkori, tanto para primeira como para segunda linhas de tratamento, mostram que os pacientes tratados com o medicamento apresentaram uma sobrevida livre de progressão da doença (SLP) superior em relação à terapia-padrão até então utilizada contra esse subtipo de tumor.

Já Inlyta (axitinibe), indicado para o tratamento de pacientes com carcinoma de células renais avançado, tipo mais comum de câncer de rim e bastante resistente ao tratamento, foi aprovado pela Anvisa em dezembro de 2015 e começou a ser comercializado no Brasil em maio. Trata-se de uma terapia-alvo oral baseada na inibição seletiva de receptores do fator de crescimento endotelial vascular (VEGF), que têm papéis importantes no crescimento dos novos vasos sanguíneos que nutrem o tumor.

Estudos clínicos realizados com Inlyta demonstraram resultados sólidos que apontam a superioridade do medicamento em relação à terapia-padrão utilizada no estudo pivotal, o que o coloca como uma das principais opções de tratamento para os pacientes que não respondem mais ao tratamento sistêmico prévio com sunitinibe ou citocina (primeira linha).

"Com a aprovação de Xalkori e Inlyta os pacientes brasileiros poderão se beneficiar de tratamentos inovadores amplamente utilizados há anos por dezenas de países no combate a doenças desafiadoras para as quais havia uma necessidade crítica de novas opções terapêuticas", afirma o diretor médico da Pfizer Brasil, Eurico Correia.

Pfizer

(11) 36432907        

FONTE Pfizer

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