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Ex-secretário do MEC defende que decreto não teve impacto fiscal

Testemunha apresentada pela defesa da presidente afastada Dilma Rousseff, o ex-secretário-executivo do Ministério da Educação Luiz Cláudio Costa defendeu que o decreto que liberou R$ 1,6 bilhão para a pasta não teve "impacto fiscal", pois não ocorreu "nem empenho nem pagamento".

"O decreto permitiu uma gestão mais eficiente de universidades. Foi de fundamental importância para a gestão orçamentária. Não houve aumento de gasto", disse o ex-secretário.

Senadores favoráveis ao impeachment, como Ricardo Ferraço (PSDB-ES) e Ronaldo Caiado (DEM-GO), estavam inscritos, mas declinaram de fazer perguntas a Costa, pois consideraram que ele não teve qualquer influência na edição dos decretos e já foi ouvido na comissão especial.

O senador do PT Lindbergh Farias (RJ) reclamou que o plenário está neste momento quase vazio. Dos 81 senadores, não chega a 20 o número de presentes. "O que está acontecendo é uma vergonha. Isso é um julgamento, tem que ouvir, tirar dúvidas".

Costa será a última testemunha ouvida hoje. Amanhã, a sessão será reiniciada às 10h e serão ouvidos o ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa e o advogado Ricardo Lodi Ribeiro.

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