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REPORTAGEM

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Como proteger seu celular com um seguro que pode sair 'de graça'?

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César Esperandio

César Esperandio

César Esperandio é economista com ênfase em planejamento financeiro, com larga experiência no mercado financeiro. Já atuou em setores macroeconômicos de bancos e consultorias, além de ter passado por empresa de pesquisas de mercado. Hoje se dedica exclusivamente ao Econoweek, com foco em investimentos.

13/05/2022 04h00

Fui assaltado! Criminosos armados me abordaram em São Paulo e levaram meu celular desbloqueado para tentar "fazer a limpa" nas minhas contas bancárias. Com medo, resolvi fazer um seguro para meu smartphone e descobri uma maneira de esse seguro "sair de graça", como explico no vídeo a seguir.

Apesar do susto, não fui agredido e graças às dez dicas do celular antifraude não conseguiram roubar nenhum real das minhas contas.

Mas o prejuízo do aparelho roubado não tive como recuperar.

Infelizmente, esse tipo de crime está se tornando cada vez mais comum e eu fiquei traumatizado com a situação. Fiquei com medo de sair com o novo celular na rua.

Para contornar a situação, resolvi pesquisar os preços de seguros de smartphones.

O seguro de celular mais barato que encontrei custa R$ 88 por mês para o meu modelo de aparelho.

Como sempre falo por aqui, parte da minha reserva de emergência está aplicada em uma conta digital remunerada, coincidentemente no mesmo banco em que acabei fazendo esse seguro.

A rentabilidade do meu dinheiro "parado" nessa conta gera retornos superiores a R$ 300 por mês, que daria para pagar quase quatro meses desse meu seguro.

Essa é a importância de ter um colchão de tranquilidade financeira. Consigo gastar com tudo o que preciso e, se fizer tudo direitinho, ainda continuo mais rico do que antes.

Onde investir os R$ 1.000 do FGTS?

Aliás, uma boa oportunidade de começar a montar sua reserva é usando o saque emergencial de R$ 1 mil do FGTS, o qual muitos estão recebendo. Esse também é o seu caso?

Explico onde investir essa grana e por que não vale a pena deixar lá no FGTS, que não rende praticamente nada, como provo no vídeo a seguir.

Também tenho uma novidade: o Econoweek está concorrendo ao prêmio iBest na categoria Investimentos. Se você acha nossos conteúdos bacanas, pode contribuir com seu voto.