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Bolsa cai 1% e tem menor nível desde 2009; Petrobras perde 22% em 4 dias

Do UOL, em São Paulo

20/01/2016 18h32

Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta quarta-feira (20) com queda de 1,08%, a 37.645,48 pontos. Com isso, a Bovespa volta ao menor nível de fechamento desde 9 de março de 2009, no auge da crise mundial, quando encerrou o dia em 36.741,35 pontos.

Na véspera, o índice havia avançado 0,32%.

Petrobras afunda mais

O desempenho negativo da Petrobras ajudou a puxar o índice para baixo hoje. Essa foi a quarta sessão seguida de perdas para a estatal.

As ações preferenciais da petroleira (PETR4), que dão prioridade na distribuição de dividendos, fecharam em baixa de 4,94%, a R$ 4,43. Nas quatro últimas sessões, os papéis acumulam queda de 22,14% (de R$ 5,69 no dia 14 para R$ 4,43 hoje).

As ações ordinárias (PETR3), com direito a voto em assembleia, perderam 3,58% no dia e fecharam a R$ 5,93. Em quatro dias, acumulam desvalorização de 17,98% (de R$ 7,23 no dia 14 para R$ 5,93 hoje).

A baixa de hoje foi influenciada, novamente, pela queda dos preços do petróleo no mercado internacional, que seguem cotados nos menores valores desde 2003.

Petroleira em crise

Desde seu ápice, em 2008, a Petrobras perdeu cerca de 85% de seu valor de mercado, segundo cálculos da consultoria Economatica.

A estatal enfrenta os efeitos da Operação Lava Jato --que investiga um esquema de corrupção na petroleira-- e um alto nível de endividamento, acentuado pelo controle dos preços dos combustíveis pelo governo. 

Prejudica também o cenário político conturbado, que deixa investidores pessimistas em relação ao país e suas estatais. Soma-se a isso, ainda, a queda dos preços do petróleo no mercado global.

Vale tem desempenho misto

As ações da Vale, que assim como as da Petrobras têm grande peso sobre o índice, tiveram desempenho misto. 

Os papéis ordinários da mineradora (VALE3) subiram 0,33%, a R$ 9,21, enquanto os preferenciais (VALE5) caíram 1,28%, a R$ 6,95

Dólar sobe para R$ 4,105

No mercado de câmbio, o dólar comercial teve a segunda alta seguida, subindo 1,24%, a R$ 4,105 na venda. É o maior valor de fechamento desde 28 de setembro, quando o dólar havia fechado a R$ 4,11. 

Na véspera, a moeda norte-americana havia subido 0,51%. 

Bolsas internacionais

As Bolsas de Valores da Europa fecharam em queda acentuada, também por causa do petróleo.

  • Itália: -4,83%
  • Inglaterra: -3,46%
  • Espanha: -3,2%
  • França: -3,45%
  • Alemanha: -2,82%
  • Portugal: -2,56%

As Bolsas da Ásia e do Pacífico também terminaram o dia com baixa acentuada.

  • Hong Kong: -3,82%;
  • Japão: -3,71%;
  • Cingapura: -2,98%;
  • Coreia do Sul: -2,34%;
  • Taiwan: -1,98%;
  • Austrália: -1,26%
  • China: -1,04%

(Com Reuters) 

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