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Retrospectiva 2015

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Fotos

Food Trucks, comida saudável e suplementos alimentares estiveram entre os sucessos de negócios em 2015. Paleterias e hostels ficaram em baixa. Clique nas fotos acima e relembre o panorama do empreendedorismo no ano Montagem/Arte UOL Mais

COMIDA SAUDÁVEL E SUPLEMENTOS ALIMENTARES (EM ALTA): O mercado de alimentação saudável ganhou reforço com produtos relacionados à suplementação, como aqueles com "whey protein", segundo o professor de empreendedorismo Marcelo Aidar, da FGV. "É um mercado amplo, que vai desde os alimentos orgânicos e lojas de produtos naturais a inovações como delivery de comida congelada com calorias contadas e produtos de nicho como alimentos sem glúten, sem lactose, com suplemento de proteína." Uma empresa de Jaú (SP) chegou a dar um prêmio ao ator Arnold Schwarzenegger (foto) Carduz/Divulgação Mais

PALETERIAS MEXICANAS (EM BAIXA): Segundo Marcelo Nakagawa, professor de empreendedorismo do Insper, as paleterias e lojas de bolo caseiro passaram por dificuldades por serem facilmente copiáveis e virarem moda. "Muitas pessoas resolveram investir nisso, e o mercado mostrou que não há tanto espaço para competição", afirma Divulgação Mais

FOOD TRUCKS (EM ALTA): Food trucks, food bikes e barraquinhas ganharam espaço em 2015 por exigirem investimento mais baixo do que lojas físicas e serem autênticos. "Às vezes, o produto nem é tão mais barato do que num restaurante, mas o público é atraído pela novidade e curiosidade. E não é tão mambembe quanto a comida de rua tradicional", diz Marcelo Nakagawa, do Insper. De olho nesse mercado, já surgiu até franquia de food truck de coxinha (foto) Reinaldo Canato/UOL Mais

HOSTELS (EM BAIXA): O conceito de hospedagem de baixo custo parecia promissor, principalmente depois do sucesso na Copa do Mundo, mas muitos demonstraram não ter fôlego até as Olimpíadas em 2016, que devem trazer turistas estrangeiros, diz Marcelo Aidar, da FGV. "A janela de oportunidade para esse segmento fechou. Outros fatores como a crise acabam impactando. Sobrevivem os mais consistentes", afirma Divulgação Mais

SERVIÇOS DIGITAIS (EM ALTA): Plataformas que conectam serviços a consumidores, como passageiros a motoristas, e soluções de tecnologia para empresas foram negócios que se destacaram entre as start-ups, segundo Nakagawa. "São soluções interessantes porque oferecem comodidade e podem ser personalizadas pelo usuário. É o caso de softwares de gestão na nuvem em que o cliente só paga pelos serviços que utiliza." Sites de delivery de chefs, como o Welcomechef (foto), são exemplos Reprodução/Folha de S. Paulo Mais

MERCADO IMOBILIÁRIO (EM BAIXA): Se a operação Lava Jato dificultou a vida das grandes empreiteiras, as pequenas empresas do ramo imobiliário e de construção civil também sentiram. "Imóveis deixaram de ser uma opção de investimento, e o mercado desacelerou. O pequeno empresário sofre por não ter escala e o mesmo poder de negociação que os grandes", diz Marcelo Nakagawa, do Insper iStock Mais

MERCADO CICLÍSTICO (EM ALTA): Produtos e serviços ligados ao mercado de bicicletas estiveram em alta ao longo de 2015, segundo Marcelo Aidar, da FGV. Há lojas de manutenção e venda de bicicletas, equipamentos, roupas e acessórios, bike cafés e até serviço de entrega. "As ciclovias em São Paulo, os debates sobre mobilidade urbana e o movimento de maior ocupação das ruas pelas pessoas favorecem esse mercado", diz. Uma franquia de entregas de bike de Curitiba, por exemplo, aportou em São Paulo (foto) Divulgação Mais

IMPORTADOS (EM BAIXA): A alta do dólar encarece as importações e obriga o empresário a repassar o aumento de custo ao consumidor ou a reduzir sua margem de lucro. Em qualquer caso, seu resultado é prejudicado, segundo Marcelo Aidar, da FGV. "Setores que estavam perdendo espaço para os importados começam a ser resgatados, como o de vestuário e o de calçados fabricados no Brasil com matéria-prima local" Divulgação Mais

VEÍCULOS USADOS (EM ALTA): A queda na venda de veículos novos está fazendo renascer negócios que estavam em baixa há algum tempo, segundo Marcelo Nakagawa, do Insper: o de oficinas mecânicas e de revenda de carros e motos usados. "Eram negócios considerados patinhos feios, mas que, com a crise, se tornam alternativas interessantes", afirma. Em São Paulo, oficinas especializadas em personalizar motos se destacam (foto) Divulgação Mais

LOJAS VIRTUAIS (EM BAIXA): Embora seja mais simples e barato montar uma loja virtual do que física, o comércio eletrônico apresenta desafios, como marketing e logística, que não são facilmente superados por iniciantes ou aventureiros, diz Marcelo Nakagawa, do Insper. "O mais difícil é conseguir chegar até seu público-alvo e aparecer diante de tantas outras lojas online." Outros fatores, como o aumento do diesel também afetam esses negócios, pois as entregas ficam mais caras, segundo o especialista Shutterstock Mais

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