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Pedidos semanais de seguro-desemprego nos EUA caem mais que esperado

O proprietário do salão de bronzeamento solar Bobby Catone chega para abrir seu negócio contra recomendações locais de saúde e uma ordem de desligamento, durante o surto da doença por coronavírus (COVID-19) no bairro de Staten Island em Nova York, EUA - BRENDAN MCDERMID/REUTERS
O proprietário do salão de bronzeamento solar Bobby Catone chega para abrir seu negócio contra recomendações locais de saúde e uma ordem de desligamento, durante o surto da doença por coronavírus (COVID-19) no bairro de Staten Island em Nova York, EUA Imagem: BRENDAN MCDERMID/REUTERS

22/10/2020 11h42

Os novos pedidos semanais de seguro-desemprego caíram mais do que o esperado nos Estados Unidos, a duas semanas da eleição presidencial - informou hoje o Departamento do Trabalho.

Na semana encerrada em 17 de outubro, 787.000 pessoas pediram auxílio por desemprego pela primeira vez, abaixo das expectativas de 860.000 dos analistas.

Na semana precedente, foram 842.000 pedidos, segundo dados revisados para baixo.

A menos de duas semanas das eleições nos Estados Unidos, os pedidos de benefícios continuam em um nível alto, sem que haja um acordo no Congresso para lançar um novo pacote de ajuda.

"Estes níveis continuam estando muito acima dos níveis prévios à pandemia", destacou a economista-chefe para os Estados Unidos da consultoria HFE, Rubeela Farooqi.

Estes níveis estão acima dos dados da pior semana da crise financeira de 2008-2010.

Farooqi apontou que ainda não está garantido que haverá mais avanços no mercado de trabalho, já que os casos de coronavírus continuam avançando. Isso pode implicar novas restrições.

"O mercado de trabalho segue sob pressão, com o risco de um dano permanente", indicou.

A consultoria Oxford Economics indicou que a incapacidade de aprovar medidas adicionais de alívio que incluam benefícios de desemprego de emergência ainda representa riscos para a economia dos Estados Unidos.