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Maior desafio é tornar produto nacional mais competitivo, diz novo ministro

Do UOL, em São Paulo

  • Leo Caldas/ Divulgação

    Armando Monteiro (PTB) durante campanha eleitoral para o governo de Pernambuco

    Armando Monteiro (PTB) durante campanha eleitoral para o governo de Pernambuco

O aumento das exportações deve ser o objetivo central para o crescimento do país, e o maior desafio é aumentar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado mundial. A opinião é do senador Armando Monteiro Neto (PTB-PE), indicado para comandar o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

O nome de Monteiro foi confirmado pelo governo nesta segunda-feira (1º). 

Ele está em seu primeiro mandato como senador, que assumiu em 2011; tentou se eleger ao governo de Pernambuco com o apoio do PT, mas foi derrotado ainda no primeiro turno pelo até então desconhecido Paulo Câmara (PSB), afiliado político do falecido ex-governador Eduardo Campos. Antes, foi deputado federal duas vezes e presidiu a Confederação Nacional da Indústria (CNI) de 2002 a 2010.

O novo ministro defendeu uma postura mais ativa na área de comércio exterior, buscando acordos para inserir os produtos brasileiros em "mercados importantes". Nos últimos meses, o Mercosul negociou com a União Europeia, mas não chegou a nenhum acordo oficial.

Segundo Monteiro, a decisão pode sair "nos próximos meses".

Indústria elogia escolha de Monteiro

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), que já foi presidida por Monteiro, elogiou a escolha do nome e disse que "fortalecerá a relação do setor produtivo com o governo" e ajudará o país a "retomar o crescimento da indústria e de sua economia".

"Desejamos que o novo ministro tenha sucesso na implementação de políticas que aumentem a competitividade do país. O Brasil enfrenta hoje os desafios de aumentar a produtividade e de reduzir o custo de produção. Não se faz um país forte sem uma indústria forte", afirmou o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, em nota.

O governo foi fortemente criticado por setores da indústria, que discordam da política econômica do Planalto. 

(Com Reuters)

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