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Bolsa cai 2,55%, maior queda em quase 6 meses; Petrobras e BB tombam 5%

Do UOL, em São Paulo

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta terça-feira (7) em baixa de 2,55%, a 72.414,88 pontos, após duas altas seguidas. Na véspera, a Bolsa subiu 0,53%.

Essa é a maior queda percentual diária desde 18 de maio, logo após a divulgação das gravações da JBS, quando o índice caiu 8,8%. É também o menor nível fechamento desde 5 de setembro (72.150,88 pontos).

Entre as maiores quedas do dia, as ações preferenciais (com prioridade na distribuição de dividendos) da Petrobras despencaram 5,34%. Os papéis ordinários da estatal perderam 4,59%.

As ações do Banco do Brasil (-5,01%), do Bradesco (-3,05%), do Itaú Unibanco (-2,38%) e da mineradora Vale (-2,39%) também tiveram fortes quedas. Essas empresas têm grande peso sobre o Ibovespa.

Investidores estavam com dúvidas sobre o andamento da reforma da Previdência, após o presidente Michel Temer admitir que a proposta pode não sair do papel.

Nesta terça, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, reforçou o tom negativo ao dizer que aprovar a proposta este ano será difícil. Mais tarde, no entanto, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, disseram que o governo ainda não "jogou a toalha" em relação à reforma da Previdência.

Dólar sobe 0,55%, a R$ 3,277

dólar comercial voltou a subir e fechou esta terça em alta de 0,55%, a R$ 3,277 na venda. Na véspera, o dólar havia caído 1,45%, a R$ 3,259, na maior queda percentual diária desde 19 de maio (-3,89%). 

(Com Reuters) 

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