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Após tombo de 3,4%, Bolsa da China registra mais uma queda, de 1,8%

Do UOL, em São Paulo

A Bolsa da China fechou em queda de 1,81% nesta quarta-feira (7), atingindo o menor nível em um mês, após tombar 3,38% no dia anterior. O índice japonês Nikkei, por outro lado, teve leve alta de 0,16%. Ontem, o índice havia despencado quase 5%. 

Os mercados financeiros ainda asiáticos sofrem os efeitos da queda generalizada ocorrida nas Bolsa do mundo todo no início da semana. 

Veja as variações das Bolsas da Ásia e do Pacífico nesta terça:

  • Japão: +0,16%
  • Hong Kong: -0,89%
  • China: -1,81%
  • Coreia do Sul: -2,31%
  • Taiwan: +1,42%
  • Cingapura: -0,66%
  • Austrália: +0,75%. 

Desde sexta-feira, quando o governo norte-americano divulgou dados sobre o mercado de trabalho, aumentaram as preocupações sobre a inflação nos Estados Unidos.

A avaliação do mercado é de que a inflação deve subir e, para mantê-la controlada, o Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA) subirá as taxas de juros em um ritmo mais acelerado. 

Juros mais altos nos EUA tornam o país mais atrativo para investimentos. Por outro lado, tende a provocar saída de recursos de outros países, como os asiáticos e até mesmo o Brasil.

Além disso, em um ambiente de instabilidade, investimentos mais seguros, como os títulos do governo norte-americano se tornam mais atrativos que as ações corporativas, consideradas ativos de alto risco. 

Bolsas dos Estados Unidos

As Bolsas dos Estados Unidos, cuja queda na segunda-feira desencadeou tombos pelo mundo todo, se recuperaram na véspera e fecharam em forte alta.

  • Dow Jones: +2,33%
  • Nasdaq: +2,13%
  • S&P 500: +1,74%

Brasil

No Brasil, o Ibovespa, principal índice da Bolsa do país, fechou em alta de 2,48%, após cair 2,59% um dia antes.

O dólar comercial ficou praticamente estável, com leve queda de 0,03%, a R$ 3,246 na venda.

(Com Reuters)

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