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Bolsa sobe 1,6% e atinge maior nível em mais de 1 mês; dólar cai a R$ 4,024

Do UOL, em São Paulo

2019-05-28T17:07:00

2019-05-28T17:27:29

28/05/2019 17h07Atualizada em 28/05/2019 17h27

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou em alta de 1,61%, a 96.392,76 pontos, na segunda alta seguida. É a maior pontuação de fechamento em mais de um mês, desde 25 de abril (96.552,03 pontos).

O dólar comercial terminou o dia em queda de 0,27%, cotado a R$ 4,024 na venda. O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para turistas, o valor sempre é maior.

Senado vota MP administrativa

Participantes do mercado continuam monitorando o avanço das pautas econômicas no Congresso Nacional. Hoje, o dia foi marcado pelas expectativas ao redor da votação da MP (medida provisória) da reforma administrativa no Senado.

Aprovada na semana passada na Câmara, a MP foi entregue na manhã de hoje pelo chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para votação.

O texto reduz o número de ministérios do governo e também passa o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) do Ministério da Justiça para o da Economia.

Votações pós-manifestações

O balanço das manifestações ao redor do país em defesa do presidente Jair Bolsonaro, no domingo, também tem ajudado a dar uma injeção de ânimo no mercado. Embora sua repercussão ainda levante dúvidas entre analistas, a avaliação do governo e de aliados é de que as demonstrações de apoio podem estimular os parlamentares a priorizarem as votações ligadas às reformas econômicas.

"As manifestações de domingo em apoio ao governo ajudaram a trazer um clima mais otimista para o mercado", afirmou o analista da Terra Investimento Régis Chinchila. "Agora, as atenções estão voltadas para os movimentos políticos quanto a questões importantes, como a reforma da Previdência, tributária e administrativa."

Pagamento de negócios com ações fica mais rápido

A Bolsa de Valores (B3) reduziu de três para dois dias úteis o prazo para liquidação de operações com ações e outros produtos de renda variável negociados no mercado à vista.

A mudança visa dar maior liquidez ao mercado. O investidor que vendeu ações hoje, por exemplo, terá acesso ao dinheiro já na quinta-feira, e não mais na sexta-feira. Na prática, ele ganhará um dia para sacar o dinheiro ou reinvestir em outros produtos.

A mesma lógica vale para quem comprar ações: o pagamento terá que ser feito em dois dias úteis (D+2, no jargão de mercado), prazo mais curto do que o atual, de três dias úteis (D+3).

Atuação do BC

O BC vendeu nesta sessão todos os 5.050 contratos de swap cambial tradicional ofertados em rolagem do vencimento julho. No mês, o BC já rolou US$ 4,797 bilhões, de um total de US$ 10,089 bilhões a expirar em julho. O estoque de swaps do BC no mercado é de US$ 68,863 bilhões.

(Com Reuters)

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