MasterChef Fogaça cria rede para vender hot dog em bike a partir de R$ 12

Márcia Rodrigues

Colaboração para o UOL, em São Paulo

  • Divulgação

    Chef Fogaça em frente à food bike da República do Hot Dog, sua nova marca

    Chef Fogaça em frente à food bike da República do Hot Dog, sua nova marca

O chef Henrique Fogaça, um dos jurados do reality show MasterChef, lança, nesta quinta-feira (8), a primeira unidade da sua rede de food bike República do Hot Dog. O endereço escolhido foi a Rua Oscar Freire, 1.106, nos Jardins, bairro nobre de São Paulo. O evento desta quinta é apenas para convidados. Será aberto ao público a partir desta sexta (9), quando é comemorado o Dia do Cachorro-Quente.

A bicicleta tem um baú na parte dianteira com um freezer embutido e um fogão cooktop na parte de cima, onde serão preparados os lanches. Ela também é coberta por um guarda-sol. A bike ficará estacionada em lojas parceiras, onde também será guardada após o expediente. O investimento não foi revelado.

Inicialmente, o cardápio terá apenas três lanches. O simples é composto de salsicha Frankfurter, maionese artesanal, ketchup e mostarda e custa R$ 12.

O completo, além dos mesmos ingredientes que o anterior, ganha dois acompanhamentos para homenagear os atletas Adriano de Souza, o surfista Mineirinho (com vinagrete de queijo brie e castanha-do-pará), e o pentacampeão do campeonato X-Games, o skatista Pedro Barros (com pesto de queijo de cabra). Ambos saem por R$ 19.

Todos os lanches podem ser montados no pão australiano, brioche ou ciabatta e serem servidos com vinagrete de linguiça e blue cheese. Cada adicional custa R$ 4 a mais.

"Meu começo, como todos sabem, foi na rua. Acredito que a boa gastronomia deve ser acessível para todos e a comida de rua possibilita isso. Sempre gostei, também, de esportes radicais, por isso esta homenagem. Um projeto assim não é apenas dinheiro, é satisfação", diz Fogaça.

Primeiras bikes estarão em São Paulo e Florianópolis

A previsão é que dez food bikes estejam em operação até dezembro em São Paulo e Florianópolis (SC). De acordo com o empresário Rodrigo Porto, sócio de Fogaça na rede, São Paulo foi escolhida por ser o maior centro comercial do país, e Florianópolis por ser um dos destinos de quem gosta de esportes radicais.

A partir do ano que vem, a rede vai iniciar o processo de comercialização de franquia e serão abertas unidades em outros Estados. Investimento, faturamento, lucratividade e prazo de retorno do investimento ainda não foram calculados.

Não é a primeira rede do chef Fogaça. Em maio deste ano, ele também lançou uma franquia da lanchonete Cão Véio.

Bikes venderão cerveja do chef

A rede de bikes tem uma cozinha industrial de onde sairá toda a produção do dia. "Todo o material será embalado a vácuo para ser montado na hora, inclusive a salada de vinagrete, para conservar o sabor dos alimentos, e entregue ao dono da bike", afirma Porto.

O empresário diz que o horário de funcionamento vai depender das parcerias que a rede fizer, já que as bikes ficam em frente às lojas parceiras. No caso da Rua Oscar Freire, a bike vai atender a clientela de segunda-feira ao sábado, das 11h30 às 20h, e aos domingos, das 12h às 18h.

Além de cachorro-quente, serão vendidos refrigerante, água e as cervejas Fogaça 1 e Fogaça 2, dependendo da unidade. "Não serão todas as bikes que venderão bebidas alcoólicas. Tudo vai depender do local onde ela estiver."

Franqueados serão treinados por Fogaça

Porto diz que todos os empresários passarão por um processo seletivo e, depois, receberão um treinamento de uma semana. "Eles também serão acompanhados por psicólogos (para avaliar comportamento na relação com clientes), nutricionistas e outros chefs de cozinha que participarão da operação, além do Fogaça."

Unidades próprias são positivas para o negócio

Para Marcus Rizzo, diretor da consultoria Rizzo Franchise, todo negócio que pretende virar franquia precisa começar com unidades próprias. "O fato de a empresa querer colocar 10 bikes em operação antes de começar a vender franquia é muito positivo."

Rizzo também afirma que o negócio começar praticamente de forma simultânea em dois Estados diferentes mostra que eles querem testar o modelo em situações distintas, antes de começar a comercializar lojas.

O especialista diz, no entanto, que para uma franquia acompanhar toda a sazonalidade do negócio, é recomendado que ela opere durante, no mínimo, um ano com unidades próprias. "A rede quer começar a vender a franquia já no ano que vem. Até dezembro ela não terá a dimensão do negócio como um todo."

Onde encontrar:

República do Hot Dog:  http://www.republicadohotdog.com.br/

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