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Petrobras (PETR4), Energisa (ENGI11) e Hapvida (HAPV3) movimentam o mercado nesta segunda-feira; veja mais destaques 

A informação de que a Petrobras (PETR4) teve seus ratings reafirmados em 'BB' pela Fitch é um dos destaques desta segunda-feira (22). 

Também está entre os destaques do mercado financeiro a Energisa (ENGI11), após anunciar oferta de ações bilionária que pode captar mais de R$ 2 bilhões. 

A Hapvida (HAPV3) também está no radar dos investidores hoje, depois de divulgar comunicado ao mercado sobre investigação do Ministério Público

Veja os destaques do mercado financeiro hoje:

Petrobras

A Petrobras (PETR4) teve seus ratings reafirmados em 'BB' pela Fitch. Os ratings da Petrobras que foram reafirmados contemplam os Ratings de Inadimplência do Emissor (IDRs) de longo prazo em moedas local e estrangeira, bem como os ratings de dívida em circulação.

"A posição dominante da Petrobras no mercado de fornecimento de combustíveis líquidos no Brasil, aliada à sua significativa presença na produção de hidrocarbonetos no país, a expõe à intervenção governamental por meio de políticas de preços e estratégias de investimento", afirmou a Fitch.

Energisa 

A Energisa (ENGI11) divulgou que protocolou pedido de registro de oferta pública de distribuição primária de ações ordinárias e ações preferenciais de emissão da companhia, no montante inicial de R$ 2,002 bilhões.

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A oferta compreenderá a distribuição primária de, inicialmente, 78.300.000 ações ordinárias e 121.970.499 ações preferenciais.

Hapvida

A Hapvida (HAPV3) foi questionada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a respeito de uma notícia veiculada pelo jornal O Estado de S. Paulo, que alega a descoberta de mais de cem casos de descumprimento de decisões judiciais por parte da empresa nos últimos oito meses.

Em comunicado, a Hapvida declarou que "não possui qualquer política ou diretriz para o descumprimento sistemático ou ordenado de decisões judiciais", e que "enquanto agente do setor de saúde, a companhia exerce o seu natural direito de defesa, dentro dos limites e regras processuais previstas".

Aeris 

A Aeris (AERI3) informou que o programa de recompra de ações da companhia, aprovado em reunião realizada em 12 de julho de 2022, foi encerrado no último dia 12 de janeiro com a aquisição de 15 milhões de ações ordinárias.

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Natura 

A Natura (NTCO3) informou que Erasmo Toledo renunciou ao cargo de Diretor Executivo Operacional de Negócios. Para o lugar dele, o conselho de administração aprovou o nome de Agenor Leão de Almeida Junior.

OSX

A OSX Brasil (OSXB3), do empresário Eike Batista, deu entrada em mais um pedido de recuperação judicial (RJ) durante o final de semana.

No atual pedido de recuperação, um dos maiores credores da OSX é a Prumo, antiga LLX. A empresa de logística pede pela falência da OSX, visto que ainda não recebeu sua parte.

Relacionada a esta dívida, a OSX solicitou o fim da cláusula de exclusividade sobre o contrato com Porto do Açu (controlado pela Prumo).

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Os destaques do mercado financeiro do Suno Notícias mostram os principais acontecimentos que prometem movimentar o mercado durante o dia, como a Petrobras (PETR4), que deve estar no foco dos investidores hoje.

Este material foi elaborado exclusivamente pelo Suno Notícias (sem nenhuma participação do Grupo UOL) e tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar decisão de investimento, não constituindo nenhum tipo de oferta de valor mobiliário ou promessa de retorno financeiro e/ou isenção de risco. Os valores mobiliários discutidos neste material podem não ser adequados para todos os perfis de investidores que, antes de qualquer decisão, deverão realizar o processo de suitability para a identificação dos produtos adequados ao seu perfil de risco. Os investidores que desejem adquirir ou negociar os valores mobiliários cobertos por este material devem obter informações pertinentes para formar a sua própria decisão de investimento. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço pode aumentar ou diminuir, podendo resultar em significativas perdas patrimoniais. Os desempenhos anteriores não são indicativos de resultados futuros.

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