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Corretora retira CSN Mineração, Minerva e Raia Drogasil da carteira; veja

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Imagem: Divulgação
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Lílian Cunha

Colaboração para o UOL, em São Paulo

16/05/2022 14h59

A carteira de ações da Mirae Asset não teve um bom desempenho na semana passada. O conjunto de ações teve um rendimento negativo de 2,16%, bem abaixo do Ibovespa — principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3) —, que teve valorização de 2,00%. O desempenho da carteira foi inferior também ao CDI, que ficou com 3,70% de alta.

Por isso, a corretora fez três alterações na estratégia semanal, retirando os papéis da processadora de carnes Minerva (BEEF3), da Santos Brasil Participações (STBP3) e da Transmissora Aliança de Energia Elétrica SA, a Taesa, (TAEE11).

Veja quais empresas entraram no lugar das companhias removidas da carteira, e a lista completa das dez ações recomendadas.

Em substituição às ações removidas, entram na carteira da Ativa os papéis da CSN Mineração (CMIN3), da processadora de carnes Marfrig (MRFG3) e da rede Raia Drogasil de farmácias (RADL3).

Todas as trocas, segundo a Ativa, foram feitas "puramente pela estratégia de buscar retorno diferenciado no curto prazo".

Os fundamentos das empresas retiradas da carteira continuam positivos e, no momento adequado, voltarão a figurar entre as recomendações da carteira semanal, diz a corretora.

No total, a carteira tem dez ações, que são — em ordem alfabética:

  1. BB Seguridade (BBSE3), o braço de seguros do Banco do Brasil;
  2. Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Isa Ceteep (TRPL4);
  3. CSN Mineração (CMIN3), mineradora;
  4. Itaú (ITUB4), banco;
  5. JHSF (JHSF3), de shopping centers e incorporação imobiliária;
  6. Marfrig (MRFG3), processadora de carnes;
  7. Petrobras (PETR4), petroleira estatal;
  8. Raia Drogasil (RADL3), rede de farmácias;
  9. Suzano (SUZB3), fabricante de papel e celulose;
  10. Vale (VALE3), mineradora

Este material é exclusivamente informativo, e não recomendação de investimento. Aplicações de risco estão sujeitas a perdas. Rentabilidade do passado não garante rentabilidade futura.