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Busca por combustíveis em postos gera brigas e até detenção

Rafael Pezzo

Colaboração para o UOL

25/05/2018 13h30

Com o aumento da procura por combustíveis devido à greve dos caminhoneiros, dois homens discutiram e partiram para a agressão após um desentendimento por conta de um galão de combustível em Niterói, no Rio de Janeiro. Já em Campina Grande, na Paraíba, a confusão terminou com dois detidos nesta quinta-feira (24).

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra uma confusão em um posto de gasolina em Niterói na manhã desta quinta (24). Segundo uma testemunha que não quis se identificar, um homem a pé chegou ao estabelecimento e perguntou a um funcionário do posto se ele poderia deixar o galão dele no local e se, mais tarde, o frentista poderia enchê-lo. Enquanto isso, um motorista teria ouvido a conversa, se enfureceu, e passou a ofendê-lo por ter furado a fila, segundo a testemunha.

O dono do posto confirmou o desentendimento ao UOL. "Um entendeu errado o que o outro pediu ao frentista e eles começaram a se xingar. Um deles partiu para cima e eles começaram a briga", disse Alex Leme, conhecido como Alex do Posto. "Mesmo com nossa segurança particular e a presença de policiais militares no local, eles conseguiram brigar", disse Alex.

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Em um determinado momento do vídeo, é possível ver até um dos frentistas entre os homens. De acordo com a testemunha, no entanto, este foi apenas separar os dois. Devido à confusão, a polícia foi chamada ao local, mas nenhuma ocorrência foi registrada.

Já em Campina Grande, na Paraíba, dois homens foram detidos após se envolverem em uma briga em um posto de combustível, na tarde desta quinta-feira (24). Segundo informações da Polícia Militar, dois rapazes, um de 19 anos e outro de 23, começaram a confusão na fila de abastecimento. Em um determinado momento, ambos furtaram um galão de gasolina.

Oficiais do 2º Batalhão da Polícia Militar conseguiram apanhá-los. No momento da prisão, os dois resistiram e um deles chegou a agredir um policial. Ambos foram detidos por resistência à prisão e desacato e encaminhados ao Distrito Integrado de Segurança Pública (DISP) do Parque do Povo, próximo à região central da cidade. No entanto, foram liberados no mesmo dia.

Ao UOL, a Polícia Militar afirmou que faz suas rondas normalmente e que não há uma vigilância especificamente voltada aos postos de gasolina devido à greve.