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Consumidor pós-quarentena: o que mudou em nosso comportamento?

Yolanda Fordelone

Yolanda Fordelone

Yolanda Fordelone é economista e jornalista, teve passagens por grandes jornais nas áreas de economia e finanças, foi professora em um curso de graduação em Economia e hoje coordena uma equipe em um aplicativo de gestão financeira. Além disso, se dedica às finanças pessoais no Econoweek.

11/02/2021 04h00

Parece que foi ontem, mas já passou quase um ano de confinamento, no caso, em nossas casas. O coronavírus mudou não só a nossa rotina, mas a maneira como consumimos e nos relacionamos com as marcas.

No vídeo, converso com Mauricio Vargas, fundador do Reclame Aqui, plataforma que acompanhou de perto essas mudanças. Abaixo, listo alguns comportamentos desse novo consumidor.

1. Maior consumo online

Presenciamos um aumento não só das compras online, mas também dos serviços oferecidos a distância. Terapia, yoga e aulas são apenas alguns deles. Uma pesquisa recente publicada no jornal Folha de S.Paulo, inclusive, aponta que 30% dos ecommerces criados na pandemia devem permanecer.

2. Atenção à entrega

Se as compras online cresceram, o cuidado com a logística também. O consumidor passou a ficar mais atento para o prazo de entrega, além do custo. Foi um movimento natural em um cenário de maior oferta: mais sites passaram a ter frete grátis. Então, por que pagar ou esperar muitos dias para ver sua encomenda chegando a sua casa?

3. Qualidade do atendimento

Outra tendência vista pelo especialista é a atenção que o novo consumidor passou a ter com os canais de atendimento. Já que o comprador não consegue ver o produto ao vivo, ter um atendimento que tire todas as dúvidas e que seja ágil é essencial para que, no fim, a pessoa decida fechar negócio.

Você comprou pela internet nesta quarentena? Comente abaixo o que mudou para você neste último ano. Se preferir, fale com o Econoweek pelo Instagram ou YouTube.