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Dólar tem 4ª alta e vai a R$ 3,763, maior valor em 2 semanas; Bolsa cai 1%

Do UOL, em São Paulo

2019-02-11T17:12:38

2019-02-11T18:29:16

11/02/2019 17h12Atualizada em 11/02/2019 18h29

O dólar comercial fechou esta segunda-feira (11) em alta de 0,77%, cotado a R$ 3,763 na venda, no quarto avanço seguido. É o maior valor de fechamento em duas semanas, desde 28 de janeiro (R$ 3,766). O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, terminou o dia com queda de 0,98%, a 94.412,91 pontos.

Na sexta-feira (8), o dólar registrou alta de 0,63%, cotado a R$ 3,734, e a Bolsa subiu 0,99%, a 95.343,10 pontos.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, se refere ao dólar comercial. Para turistas, o valor sempre é maior.

Sabesp despenca 9,3%

As ações da estatal paulista Sabesp despencaram 9,34%, na maior baixa do dia.

Também registraram perdas as ações do Banco do Brasil (-2,96%), da Vale (-2,64%), da Petrobras (-1,26%), do Itaú Unibanco (-1,13%) e do Bradesco (-0,58%). Essas empresas têm grande peso sobre o Ibovespa.

Cenário externo

O mercado estava cauteloso diante das negociações, nos Estados Unidos, entre democratas e republicanos sobre a construção de um muro na fronteira com o México. Investidores temem que, caso não seja fechado nenhum acordo até a próxima sexta-feira (15), haja uma nova paralisação do governo norte-americano.

Em relação às negociações comerciais, EUA e China deram início nesta segunda-feira a mais uma rodada de discussões, com autoridades norte-americanas em Pequim.

Crescem as preocupações de que as conversas não encerrem a disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo. Há a expectativa de que os países prorroguem o prazo de 1º de março, quando está programado um aumento das tarifas dos EUA sobre produtos chineses.

O mercado também segue atento a novas sinalizações sobre a desaceleração da economia global. O crescimento econômico do Reino Unido atingiu em 2018 o pior nível desde 2012, impactado por incertezas ligadas à sua saída da União Europeia.

Reforma da Previdência

No cenário interno, investidores estavam em compasso de espera sobre a reforma da Previdência, até que o presidente Jair Bolsonaro se recupere e deixe o hospital após passar por cirurgia. A reforma é vista pelo mercado como essencial para equilibrar as contas públicas.

Atuação do BC

O Banco Central brasileiro vendeu nesta sessão 10,33 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Desta forma, rolou US$ 3,615 bilhões do total de US$ 9,811 bilhões que vencem em março.

(Com Reuters)

Entenda como funciona o câmbio do dólar

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