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O que pode mudar no consumo e como isso influencia ações na Bolsa em 2021

Exclusivo para assinantes UOL

Carol Paiffer

Colaboração para o UOL, em São Paulo

28/12/2020 08h00

Fique de olho especial 2021

Nesta última semana de 2020, já está mais do que na hora de os investidores começarem a planejar as suas aplicações para o próximo ano.

Por isso, vamos continuar a conversa com o analista Flávio Conde, head de análise da Inversa, sobre suas perspectivas para 2021 e quais setores chamam sua atenção.

Questionado sobre as mudanças de consumo que podem ocorrer em 2021, Flávio prevê duas etapas:

Na primeira, as pessoas devem reduzir o consumo de produtos para casa (como móveis e eletrodomésticos, muito procurados na quarentena, para melhorar o conforto no home office). Em 2021, devem procurar mais itens como roupas, calçados e acessórios.

Após essa fase, o consumidor deve procurar mais experiências e tentar recuperar o tempo "preso" em quarentena.

Isso significa uma busca maior pelo turismo, além de coincidir com a volta das viagens de negócios —que atualmente foram substituídas pelas reuniões online e por telefone.

Essa mudança comportamental deve abrir espaço para o setor aéreo, de empresas como Azul (AZUL4), e o de turismo, com companhias como CVC (CVCB3). Ambos os setores tiveram um 2020 muito difícil.

Segundo o analista, as empresas destes setores possuem grande potencial de ganho em 2021. A dica dele é ficar de olho nesse movimento, principalmente quem investe no longo prazo.

O programa Café com Mercado é apresentado pela fundadora e presidente da Atom S.A., Carol Paiffer.

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Este material é exclusivamente informativo, e não recomendação de investimento. Aplicações de risco estão sujeitas a perdas. Rentabilidade do passado não garante rentabilidade futura.