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Tecnologia ajuda você a montar investimentos que são a sua cara

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Do UOL, em São Paulo

21/06/2021 04h00

Se você tem algum dinheiro sobrando, quer investir, mas ainda não começou porque acha difícil, saiba que tudo pode ser mais simples do que parece. A tecnologia tornou tudo mais fácil para os investidores, ampliando as opções de plataformas, que dão acesso a um número cada vez maior de opções de investimentos. É aí que muita gente pode se perde: com tantas opções, como escolher? A tecnologia entra aí também.

Fabio Macedo, diretor comercial da Easynvest by Nubank, afirma que o modelo de atendimento passou do formato único, em que o banco tratava todo mundo de uma forma única, para um formato cada vez mais personalizado, com apoio da tecnologia.

"O mundo mudou rapidamente e as empresas que usaram a tecnologia para mudar esse mercado saíram à frente dos bancos, desenvolvendo formatos de comunicação com um perfil aderente a determinado tipo de produto. Os bancos acordaram para essa nova realidade e agora possuem plataformas mais abertas, e formato de comunicação mais flexível", afirma.

A empresa foi uma das primeiras do mercado a digitalizar a experiência dos investidores, e hoje conta com 1,6 milhão de clientes e R$ 25 milhões em custódia.

Personalização é o caminho

Para o executivo, um grande passo desse mercado, para além de aplicativos mais fáceis de usar, e redução de barreiras para abertura de conta e para uso de ferramentas, é a personalização das carteiras.

"Uma das principais dores dos investidores, dado que eles passaram a ter mais opções de investimentos, é saber o que comprar, de acordo com o objetivo. A partir daí a gente entra com carteiras sugeridas que ajudam o investidor a tomar a decisão", diz.

A Warren, uma das maiores gestoras digitais de investimentos do país, com mais de 60 mil clientes, também trabalha na linha da personalização de carteiras, em cima dos objetivos dos investidores. "Para cada objetivo, a gente mostra uma carteira", afirma Tito Gusmão, fundador e CEO da Warren.

Assim que o investidor abre uma conta, ele já é direcionado para opções de acordo com as respostas que ele dá na ferramenta. A empresa recebeu aporte de 300 milhões, e deve usar o investimento para contratar mais pessoas, e oferecer ainda mais soluções para os investidores, como crédito.

"Estamos de olho para fazer algumas aquisições, que nos ajude a entregar mais funcionalidades para nossos clientes. Queremos avançar em duas frentes: parte de transações e pagamentos. A Warren é para construir o seu objetivo, mas a gente quer entregar esse a mais, como crédito. Não queremos concorrer com plataformas de crédito, mas queremos dar essas soluções a mais para facilitar a vida das pessoas", afirma.

Macedo e Gusmão são os convidados para o Guia do Investidor UOL, série de eventos quinzenais e gratuitos do UOL Economia+ para quem quer começar a investir. A série funciona como uma trilha de conhecimento, que passa por temas como comportamento, investimentos básicos até criptomoedas.

Eles vão debater os hábitos que todo investidor precisa ter para investir melhor no dia 22 de junho, às 11h, nas páginas do UOL, UOL Economia e UOL Economia+. Para assistir, basta fazer o cadastro abaixo gratuito. O evento será aberto para todos os leitores no dia da transmissão e, depois, ficará disponível apenas para os assinantes de UOL Economia+. Os assinantes já têm acesso ao primeiro evento do Guia.

Disponibilidade de conteúdo ajuda na escolha

Além das carteiras personalizadas, outra ferramenta utilizada pelas plataformas é a disponibilização de conteúdo cada vez mais alinhado ao perfil do investidor.

"Isso é um caminho sem volta, e a pandemia 'ajudou' a alavancar esse tema. Com informação e tecnologia, batemos recordes de posições em renda variável", afirma Macedo.

Para o executivo, apesar dos problemas estruturais do país que impõem falta de emprego e renda para boa parte da população, o acesso a investimentos para as pessoas de menor renda é maior hoje do que há cinco anos.

"O que a gente vem fazendo muito, e não só a gente, é utilizado as redes sociais como forma de disseminar cultura de investimento e conhecimento", afirma.

Gusmão, da Warren, também acredita no poder das redes para que a informação chegue a quem ainda não investe. Para ele, o que vale são os efeitos de longo prazo, ainda que o investidor invista pouco.

"Sempre falo para todo mundo: em algum momento o bichinho [dos juros compostos] te pega. Não muda a vida quando começa com os primeiros tijolinhos, mas quando vira uma bola de neve, o bichinho te pega, e você começa a atingir seus objetivos", afirma.

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Este material é exclusivamente informativo, e não recomendação de investimento. Aplicações de risco estão sujeitas a perdas. Rentabilidade do passado não garante rentabilidade futura.