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Tim registra queda na Bolsa; é uma boa hora para comprar suas ações?

Ações da Tim têm baixa de 1,89%, cotadas a R$ 13,58 cada, por volta das 13h24 - Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images
Ações da Tim têm baixa de 1,89%, cotadas a R$ 13,58 cada, por volta das 13h24 Imagem: Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images
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Lílian Cunha

Colaboração para o UOL, de São Paulo

29/03/2022 13h47

As ações da empresa de telefonia Tim (TIMS3) estão entre as maiores quedas nesta terça-feira (29): baixa de 1,89%, cotadas a R$ 13,58 cada, por volta das 13h24.

Quando os preços caem, alguns investidores podem até ficar preocupados. Mas o momento pode ser uma boa oportunidade de comprar o papel com um bom desconto? Veja a opinião do especialista logo abaixo.

"Não tem nada no noticiário que explique essa queda. Então é mais uma realização de lucro", diz Breno Bonani, analista-chefe da VGR Asset, referindo-se à situação quando os investidores vendem o ativo para colocar dinheiro no bolso.

Desde o primeiro dia de negociações do ano, a ação da Tim tem um cenário positivo, com alta acumulada de 7,30%.

Para o momento atual, a XP Investimentos recomenda a compra das ações, com uma previsão de preço para o final de 2022 de R$ 21 por ação —o que representa uma possível valorização de 54%.

A recomendação vem acompanhada do fato de que, no final do ano passado, o novo presidente mundial da operadora italiana, Pietro Labriola —que comandou a filial brasileira até janeiro passado—, anunciou um plano industrial que prevê a divisão da companhia em duas novas sociedades. Assim, a empresa será desmembrada em um braço de infraestrutura de rede e fibra ótica; e outro de serviços, que incluirá a TIM Brasil.

A companhia também espera concluir a operação de aquisição dos ativos móveis da Oi até maio. O negócio já recebeu aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Este material é exclusivamente informativo, e não recomendação de investimento. Aplicações de risco estão sujeitas a perdas. Rentabilidade do passado não garante rentabilidade futura.