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Bolsa avança 1,44% e fecha acima dos 105 mil pontos; dólar sobe a R$ 5,172

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Do UOL, em São Paulo

29/07/2020 17h06

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, fechou o dia com alta de 1,44%, aos 105.605,17 pontos. É novamente o maior nível de fechamento desde 4 de março (107.224,22 ponto). Ontem, o índice fechou em queda de 0,35%, a 104.109,07 pontos.

O dólar comercial fechou em alta de 0,29%, cotado a R$ 5,172 na venda. Ontem (28) a moeda norte-americana fechou vendida a R$ 5,158, com leve baixa de 0,02%.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para quem vai viajar e precisa comprar moeda em corretoras de câmbio, o valor é bem mais alto.

Decisão sobre juros nos EUA

O Federal Reserve, banco central dos EUA, repetiu nesta quarta-feira a promessa de usar sua "gama completa de ferramentas" para sustentar a economia dos Estados Unidos e de manter os juros próximos a zero pelo tempo necessário para a economia se recuperar das consequências do surto de coronavírus, afirmando que a trajetória da atividade dependerá do curso do vírus.

Ainda nos EUA, o processo de negociação de um novo pacote de estímulo fiscal passava por dificuldades, com divergências entre o Congresso e a Casa Branca levantando temores sobre o futuro do consumo no país, uma vez que o auxílio extraordinário do governo para desempregados termina na sexta-feira.

Emprego no Brasil surpreende

No Brasil, analistas citavam impacto positivo dos dados do Caged, que já tinham fornecido algum suporte ao real na sessão anterior, quando foram divulgados. O Brasil fechou 10.984 vagas com carteira assinada em junho, piora numa comparação anual, mas desacelerou o ritmo de perdas frente aos meses anteriores.

Segundo analistas da XP Investimentos, o número superou as expectativas dos mercados e mostrou efeito de medidas para amenizar o impacto da pandemia sobre o mercado de trabalho.
O Brasil é o segundo país do mundo mais afetado pela pandemia, atrás apenas dos Estados Unidos.

Mesmo sem sinal de desaceleração significativa nos casos e mortes no país, grandes centros econômicos, como São Paulo, seguem com medidas de flexibilização das medidas de contenção da doença de modo a retomar a atividade.

(Com Reuters)

Este conteúdo foi gerado pelo sistema de produção automatizada de notícias do UOL e revisado pela redação antes de ser publicado.

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