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OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Auxílio de R$ 3.000 e isenção de imposto: veja como foi o lockdown na China

Yolanda Fordelone

Yolanda Fordelone

Yolanda Fordelone é economista e jornalista, teve passagens por grandes jornais nas áreas de economia e finanças, foi professora em um curso de graduação em Economia e hoje coordena uma equipe em um aplicativo de gestão financeira. Além disso, se dedica às finanças pessoais no Econoweek.

19/03/2021 04h00

Imagine sair às ruas sem a obrigação de usar máscaras. O comércio já está reaberto e os shows reúnem uma multidão. Esse parece ser um futuro distante do Brasil, mas já é uma realidade da China no presente.

A coluna de hoje conversou com Fabio Serrano, um brasileiro que mora na China há dois anos. Ele vivenciou de lá toda a pandemia e conta no vídeo abaixo como foi o lockdown adotado em Shenzhen. A vida já voltou a uma certa normalidade, sobretudo, pela seriedade com que a população e autoridades encararam o problema.

As pessoas respeitaram o uso de máscaras e distanciamento. O governo, por outro lado, deu um auxílio de um salário mínimo, o equivalente a R$ 3.000, a cidadãos chineses, além de apoios aos empresários, caso de Serrano.

No caso chinês, também houve apoio a empreendedores com redução do imposto sobre o lucro (de 20% para 1%), isenção de impostos em alguns casos e outras medias, conforme conta Serrano. O brasileiro conta que o apoio foi fundamenta para garantir a sobrevivência da população e das empresas. A consultoria KPMG reuniu todas as medidas econômicas chinesas neste relatório.

Vale lembrar que nesta semana o governo do Estado de São Paulo divulgou uma série de auxílios a empreendedores, como redução de impostos e aumento do crédito. Linhas de crédito já haviam sido abertas no ano passado, no início da crise, mas agora foram reforçadas.

Na sua opinião, o Brasil adotou medidas tardias para ajudar as pequenas empresas? Deixe seu comentário abaixo ou nas nossas redes sociais (YouTube ou Instagram).

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL