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Dólar fecha em queda de 1%, a R$ 3,877, após 5 altas; Bolsa ganha 2,74%

Do UOL, em São Paulo

27/11/2018 17h09Atualizada em 27/11/2018 18h33

dólar comercial interrompeu uma sequência de cinco altas e fechou esta terça-feira (27) em queda de 1,04%, cotado a R$ 3,877 na venda. O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, saltou 2,74%, a 87.891,18 pontos, após duas baixas consecutivas.

Na véspera, a moeda norte-americana subiu 2,49%, na maior alta percentual diária desde 14 de junho (+2,64%), e a Bolsa caiu 0,79%.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para turistas, o valor sempre é maior.

Leia também:

Petrobras sobe mais de 5%

Os destaques do dia foi a valorização das ações da Petrobras (+5,28%), do Bradesco (+4,09%), do Itaú Unibanco (+3,38%) e do Banco do Brasil (+2,36%). Por outro lado, os papéis da mineradora Vale (-0,4%) fecharam em queda. 

Essas empresas têm forte peso no Ibovespa.

Copel salta 7,7%, e Magazine Luiza sobe 6,7%

Entre as maiores valorizações do dia na Bolsa, as ações da elétrica Copel dispararam 7,74%, e as do Magazine Luiza subiram 6,7%.

Atuação do BC

O movimento do dólar foi influenciado pela atuação do Banco Central, em uma tentativa de segurar a tendência de alta da moeda no final de ano. Nessa época, é comum as empresas enviarem dólares para o exterior, o que reduz a quantidade da moeda no Brasil e faz o preço subir. 

O BC realizou nesta terça o chamado leilão de linha (venda de dólares com compromisso de recompra) com oferta de US$ 2 bilhões em novos contratos, com vencimento em 4 de fevereiro e 6 de março de 2019.

Além disso, o BC manteve sua atuação diária com a venda de 13,6 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, o BC rolou US$ 10,880 bilhões do total de US$ 12,217 bilhões que vence em dezembro.

Preocupações com o exterior

No exterior, investidores estavam cautelosos diante de novas tensões comerciais entre Estados Unidos e China. Na segunda-feira (26), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que espera seguir em frente com o aumento de tarifas sobre US$ 200 bilhões em importações chinesas.

A declaração jogou um balde de água fria sobre o otimismo vigente diante do encontro dele com o presidente da China, Xi Jinping, no G20, no final da semana.

(Com Reuters)

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