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ANÁLISE

Texto baseado no relato de acontecimentos, mas contextualizado a partir do conhecimento do jornalista sobre o tema; pode incluir interpretações do jornalista sobre os fatos.

Fundos multimercado reduzem risco e aumentam chance de ganho no longo prazo

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Luciane de Almeida

22/12/2021 04h00

Diversificar os investimentos é uma das estratégias mais simples para diminuir o risco de investir e aumentar a chances de uma boa rentabilidade a médio e longo prazo. E, para ajudar os investidores a não perderem dinheiro ao "colocarem todos os ovos na mesma cesta", há os fundos multimercado.

Os fundos multimercados surgem como excelente alternativa para quem quer diversificar em vários mercados, como o de renda fixa, ações, câmbio, no Brasil e no exterior, mas com a praticidade de aplicar em um único produto. Mas antes de aplicar, entenda um pouco mais sobre diversificação e o que são, na prática, esses fundos.

Diversificar não é só comprar produtos diferentes

Se você colocar todos os ovos na mesma cesta, existe uma probabilidade muito alta de quebrar todos caso a cesta cair. Essa mesma lógica deve ser levada para os investimentos —ou seja, a dica é não concentrar o dinheiro em uma ou poucas classes de ativos.

Mas cuidado: diversificar não é só comprar produtos diferentes. O conceito de diversificação de investimentos é ter na carteira ativos que não tenham correlação. Isso é, produtos que se comportam de maneira diferente. Assim uma carteira diversificada distribui o risco em categorias diferentes e que se complementam.

Fundos multimercados: menores riscos, maiores ganhos?

Principalmente para o investidor iniciante, avaliar, selecionar, entender qual a melhor combinação de ativos e montar uma carteira bem diversificada pode soar como um grande desafio.

Por isso cabe ao gestor, que é um profissional experiente, fazer a seleção a dos produtos que tendem a ter o melhor potencial de retorno dentro de cada categoria. E, assim, combinar os diferentes prazos e estratégias, de acordo com as condições e projeções do cenário econômico.

E, diante dessas opções de ativos, estão os chamados fundos multimercado, que são fundos que usam estratégias que se adaptam às condições de mercado e aproveitam as melhores oportunidades do momento.

É uma forma de começar a investir em produtos mais arriscados, quem têm maiores oscilações — porém, apresentam um maior potencial de retorno e, principalmente, uma opção de diversificação para manter a carteira mais equilibrada.

Quem pode investir em fundos multimercados?

Os fundos multimercados atendem a diferentes perfis de investidores, de conservadores a arrojados.

Para o investidor conservador este tipo de fundo pode ser uma boa oportunidade para começar a diversificar a carteira em busca de retornos melhores e com risco mais equilibrado. Ainda, é possível investir com baixo valor inicial, pois existem fundos multimercados com aplicação a partir de R$ 1.

Rentabilidade a médio e longo prazo

Vale o alerta de que esses fundos não têm previsibilidade de rentabilidade a curto prazo. Portanto, o mais recomendado é que o investidor destine a esses fundos uma parcela do dinheiro para retorno a médio e longo prazo — ou seja, no mínimo um retorno possível de um a dois anos.

Este material foi elaborado exclusivamente pelo PagBank e tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta de valor mobiliário ou promessa de retorno financeiro e/ou isenção de risco . Os valores mobiliários discutidos neste material podem não ser adequados para todos os perfis de investidores que, antes de qualquer decisão, deverão realizar o processo de suitability para a identificação dos produtos adequados ao seu perfil de risco. Os investidores que desejem adquirir ou negociar os valores mobiliários cobertos por este material devem obter informações pertinentes para formar a sua própria decisão de investimento. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço pode aumentar ou diminuir, podendo resultar em significativas perdas patrimoniais. Os desempenhos anteriores não são indicativos de resultados futuros.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL