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Ações do Pão de Açúcar têm maior queda da B3 no ano, mas recuo é pegadinha

Supermercado Pão de Açúcar, em São Paulo: companhia caiu, mas é pegadinha de 1º de abril - Nacho Doce
Supermercado Pão de Açúcar, em São Paulo: companhia caiu, mas é pegadinha de 1º de abril Imagem: Nacho Doce
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Vinícius Pereira

Colaboração para o UOL, em São Paulo

01/04/2021 17h38

Quem olha despercebido as ações do Grupo Pão de Açúcar pode tomar um susto. Os papéis da empresa foram os que mais caíram no primeiro trimestre deste ano na Bolsa: a queda foi de 46,27%, segundo a consultoria Economatica. Contudo, o forte recuo das ações da empresa é irreal, de acordo com especialistas consultados pelo UOL.

A desvalorização ocorreu por um processo de divisão das atividades entre o Pão de Açúcar e a rede Assaí. Apesar de rara, essa divisão não afetou os acionistas das empresas.

"Não houve nenhuma mudança de fundamento nas empresas, apenas uma separação das unidades de negócio do Pão de Açúcar e do Assaí na Bolsa. Portanto, quando você faz uma análise apenas da queda do preço, ela está equivocada", afirma Rodrigo Glatt, sócio da gestora GTI.

Entenda abaixo a "pegadinha", segundo analistas de mercado.