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Você pode ser sócio de uma startup: entenda como e quais os riscos

Camila Nasser, da Kria: plataformas democratizaram investimento de alto risco - Divulgação
Camila Nasser, da Kria: plataformas democratizaram investimento de alto risco Imagem: Divulgação
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Camila Mendonça

Do UOL, em São Paulo

28/04/2021 04h00

Se você tem um celular conectado à internet, é bem provável que já tenha chamado um Uber, pedido comida pelo iFood, transferido dinheiro pelo PicPay. Essas empresas já foram startups —negócios com ideias diferentes, que resolvem algum problema e utilizam tecnologia para crescer.

Enquanto muitas pessoas olham para essas empresas como parte da rotina, outras tantas olham como oportunidade de investimento. Até pouco tempo, apostar em startups era coisa para investidores profissionais, com muito dinheiro na conta. Com o crescimento das plataformas de investimento coletivo —os crowdfundings de investimento —, o cenário é bem diferente e pessoas comuns agora podem investir em startups.

Segundo dados da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), o crowdfunding de investimento movimentou cerca de R$ 84 milhões em 2020, um aumento de 43% em relação ao ano anterior. Os dados ainda mostram um crescimento de 23% no número de investidores.

Se por um lado essas plataformas democratizaram o investimento em startups, de outro elas ajudaram indiretamente a criar a ideia de que é possível ser sócio do próximo Facebook e ganhar muito dinheiro. Será?