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Fundos imobiliários são seguros? O que você precisa saber para investir

Conteúdo exclusivo para assinantes

Colaboração para o UOL, em São Paulo

13/08/2021 04h00

Os fundos de investimentos imobiliários (FIIs) têm ficado cada vez mais populares. Mas eles são considerados investimentos seguros? No Papo com Especialista, programa semanal e ao vivo do UOL, o economista César Esperandio disse o que você precisa saber e analisar antes de fazer esse tipo de investimento.

Assista abaixo ao trecho do programa, e entenda o que você precisa entender sobre fundos imobiliários. O Papo com Especialista é um tira-dúvidas sobre investimentos exclusivo para assinantes e é transmitido toda quinta-feira, às 15h.

Analise o que está dentro deste fundo

"Eu confio no tipo de investimento, mas isso não quer dizer que vou investir em qualquer fundo imobiliário de olho fechado", disse Esperando, que também é do canal Econoweek.

Segundo ele, é preciso entender "o que está dentro deste fundo".

"É fundo de shoppings, de laje corporativa, de agências bancárias, híbridos? É um fundo de tijolo ou de papel? Tudo isso tem que ser levado em consideração", afirmou.

Para ele, confiar nesse mercado não significa que você pode investir em qualquer FII. "Você tem que investir criteriosamente e com inteligência", afirmou.

Ou seja, o fundo imobiliário tem seus riscos como qualquer investimento de renda variável: tem muita oscilação, que depende de fatores externos, e risco de não render o que você espera. Por isso, só invista em um fundo se souber o que tem nele.

Para consultar fundos imobiliários disponíveis no mercado, o economista indicou a plataforma Clube Fii, na qual é possível acessar informações como segmento, quantidade de cotas, taxa de administração, etc.

Diferenças entre fundos

Para você entender o que tem dentro do fundo, você precisa entender os tipos de fundos imobiliários que existem:

Fundo de tijolo: compra participação direta em imóveis, como conjuntos residenciais, shopping centers, prédios de escritórios ou galpões logísticos. O aluguel pago pelos locatários desses imóveis é que remunera o fundo.

Fundo de papel: compra títulos de dívida de projetos imobiliários lançados por construtoras e incorporadoras, como LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). Essas empresas pagam ao fundo um rendimento pelo título.

Esses fundos perdem se o emissor dos títulos der um calote e não pagar os juros acertados. Mas os papéis têm algum tipo de garantia, vinculados ao pagamento de aluguéis, por exemplo.

Fundo de fundos: compra cotas de outros fundos.

Papo com Especialista é toda quinta-feira

O programa Papo com Especialista é transmitido às quintas-feiras, das 15h às 16h, na página inicial do UOL e do UOL e é exclusivo para assinantes. Reveja programas anteriores aqui.

Você pode enviar perguntas ao Papo pelo e-mail uoleconomiafinancas@uol.com.br —elas podem ser respondidas no programa.

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Este material é exclusivamente informativo, e não recomendação de investimento. Aplicações de risco estão sujeitas a perdas. Rentabilidade do passado não garante rentabilidade futura.

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