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PEC dos precatórios e mais 3 temas que podem afetar o mercado hoje

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Carol Paiffer

Colaboração para o UOL, em São Paulo

17/09/2021 04h00

Acompanhe no Café com Mercado, do UOL, quatro notícias que podem movimentar o mercado nesta sexta-feira (17).

1) PEC dos precatórios - Segundo a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputada Bia Kicis (PSL-DF), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que permite o parcelamento dos precatórios seria votada na comissão ainda na quinta-feira (16).

Até o fechamento deste texto, a votação ainda não havia acontecido.

O assunto pode mexer com os ânimos dos investidores nesta sexta-feira (17), pois coloca em risco a saúde fiscal do governo em 2022.

2) Plano de gastos Biden - Na quinta-feira (16), o presidente dos EUA, Joe Biden, apresentou seu plano de gastos de US$ 3,5 trilhões.

O democrata pretende utilizar o dinheiro em educação, atenção à infância e questões relacionadas com a crise climática. O foco dos investimentos seria "desafogar" a classe média norte-americana, que, segundo Biden, é a "espinha dorsal" do país.

O mercado responde sempre que o assunto é injeção de dinheiro pública na economia norte-americana, principalmente investimentos dessa magnitude. Por isso, o assunto pode movimentar os investidores estrangeiros da Bolsa.

3) Petrobras - Também na quinta (16), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), voltou a criticar a política de preços da Petrobras e disse que as respostas do atual presidente da companhia, Joaquim Silva e Luna, não foram convincentes.

O deputado disse não defender um tabelamento de preços, mas quer que a Petrobras divida com a população uma parte da riqueza que obtém.

Na quarta-feira (15), Luna havia dito que o governo ganha com os lucros, uma vez que é seu acionista majoritário. Apenas em agosto deste ano, o montante repassado à União teria sido de R$ 15,4 bilhões.

As declarações movimentaram o preço das ações da empresa ontem (16). Os papéis chegaram a cair mais de 2%, mas fecharam o dia com queda de menos de 1%.

4) Inflação na zona do euro - O mercado deve responder também à inflação oficial dos países que formam a zona do euro. O dado que deve ser divulgado hoje é referente ao mês de agosto.

A inflação pode pressionar os governos do bloco a diminuir os incentivos econômicos e alterar a política monetária da região. Sem eles, os investidores temem que a recuperação econômica da região demore ainda mais.

O bloco da zona do euro é um dos principais polos econômicos do mundo, e este dado pode afetar a Bolsa por aqui também.

O programa Café com Mercado é apresentado pela fundadora e presidente da Atom S.A., Carol Paiffer.

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Este material é exclusivamente informativo, e não recomendação de investimento. Aplicações de risco estão sujeitas a perdas. Rentabilidade do passado não garante rentabilidade futura.

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