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Nova onda de covid-19 fecha comércio; fundos imobiliários vão desabar?

Inflação e juros em alta favorecem fundos de papel; fundos de tijolos voltam a sofrer mais - Getty Images/iStockphoto/alexsl
Inflação e juros em alta favorecem fundos de papel; fundos de tijolos voltam a sofrer mais Imagem: Getty Images/iStockphoto/alexsl
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João José Oliveira

Do UOL, em São Paulo

24/03/2021 04h00

A segunda onda da covid-19 no Brasil —mais forte que a primeira — voltou a exigir dos governos medidas de restrição à circulação das pessoas e ao funcionamento das empresas, afetando o setor imobiliário. Com shopping centers e prédios de escritórios fechados em algumas das principais cidades do país, fundos de investimento imobiliários que aplicam nesses ativos voltaram a ter a renda afetada.

Depois de subir por quatro meses seguidos, o Ifix - índice das cotas dos fundos imobiliários negociados na Bolsa - acumula baixa de 2,5% em março. Apesar da queda, o recuo é menor que o visto na primeira onda da covid, em março de 2020, quando o mesmo indicador desabou 16%. Para profissionais de mercado, essas aplicações não têm como escapar da piora da crise de saúde no Brasil. Mas desta vez, a incerteza é menor, por causa da vacinação e de ajustes nas carteiras já feitos ano passado.

Confira o que dizem os especialistas sobre como ficam os fundos imobiliários diante da segunda onda da covid-19.