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Veja 5 ações que mais ganharam entre as carteiras recomendadas de dezembro

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Márcio Anaya

Colaboração para o UOL, em São Paulo

06/01/2021 04h00

Pelo segundo mês consecutivo, as ações preferenciais (PNs) da Petrobras registraram o melhor desempenho entre as principais recomendações dos bancos e corretoras monitorados pelo UOL Economia+. Os papéis da Vale também se destacaram, vindo em segundo lugar nos ganhos.

Veja o ranking completo com o desempenho das ações mais recomendadas no mês passado*:

1) Petrobras PN (13,8%): Estatal informou ter encontrado petróleo de "ótima qualidade" em um poço no campo de Búzios, localizado na Bacia de Santos.
2) Vale (12%): Mineradora prevê investir US$ 5,8 bilhões em 2021.

3) B3 (10,4%): Bolsa estima investimentos entre R$ 420 milhões e R$ 460 milhões em 2021.
4) Magazine Luiza (6,8%): Varejista divulgou uma nova estrutura operacional, com a criação de três vice-presidências.
5) Via Varejo (-8,9%): Companhia anunciou mudanças em sua diretoria de relações com investidores, que passou a ser comandada por Daniela Bretthauer.

*Levantamento feito com base nas carteiras recomendadas pelas seguintes instituições: Ágora Investimentos, BB Investimentos, BTG Pactual, Guide Investimentos, Mirae Asset Corretora, MyCap Investimentos, Necton Investimentos e Planner Corretora.

Petrolífera fez anúncios relevantes

Após subirem 31,5% em novembro, os papéis preferenciais da gigante Petrobras avançaram mais 13,8% e fecharam dezembro na liderança entre as ações mais recomendadas pelos analistas, segundo acompanhamento feito pelo UOL Economia+. No mesmo intervalo, o principal índice da Bolsa (Ibovespa) acumulou ganho de 9,3%.

A estatal reuniu cinco indicações no mês passado, entre oito instituições pesquisadas.

Na penúltima semana de dezembro, a companhia anunciou que a descoberta de óleo em um poço localizado no extremo noroeste do campo de Búzios "reforça o potencial do pré-sal" no local. A empresa informou também a conclusão da venda da sua fatia na Liquigás, por R$ 4 bilhões, e a decisão de readmitir a Compass (subsidiária da Cosan) no processo de desinvestimento da Gaspetro.

Vale e B3 divulgam projeções

As ações da Vale contabilizaram seis apontamentos em dezembro, figurando novamente no topo das indicações —ao lado da B3. Os papéis das empresas também superaram o Ibovespa no mês passado, com valorizações de 12% e 10,4%, respectivamente.

Recentemente, ambas divulgaram projeções para 2021. A mineradora espera investir um total de US$ 5,8 bilhões neste ano, frente a uma previsão de fechar 2020 com valor na casa de US$ 4,2 bilhões. Segundo a empresa, os desembolsos vão se concentrar em manutenções —que devem consumir US$ 4,8 bilhões em 2021.

Outras notícias envolvendo a Vale foram a prorrogação antecipada das concessões das ferrovias da Estrada de Ferro Carajás (EFC) e da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) e a retoma gradual das operações da Samarco.

No caso da B3, os investimentos projetados para este ano ficam entre R$ 420 milhões e R$ 460 milhões. A companhia divulgou ainda que tem como meta distribuir entre 120% e 150% do seu lucro societário em 2020 e 2021 —plano que depende do desempenho dos negócios e outras condições.

Via Varejo é única baixa entre recomendações

Os papéis da Via Varejo enceraram dezembro com queda acumulada de quase 9% —único resultado negativo entre as principais recomendações monitoradas pelo UOL Economia+. Em um mês de poucos anúncios ao mercado, a empresa informou a contratação de Daniela Bretthauer como nova diretora de relações com investidores.

Já no início desta semana, a empresa divulgou que suas vendas de Natal (de 19 a 25 de dezembro) aumentaram 20,2%, em base anual, considerando a métrica de volume bruto de mercadoria (GMV, na sigla em inglês). Segundo a varejista, o resultado foi impulsionado pelo forte desempenho das vendas digitais —que avançaram 125,2% na mesma base comparativa.

Os códigos e preços das ações citadas nesta reportagem podem ser conferidos na página de cotações do UOL Economia.

Este material é exclusivamente informativo, e não recomendação de investimento. Aplicações de risco estão sujeitas a perdas. Rentabilidade do passado não garante rentabilidade futura.