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Como investir o dinheiro da rescisão trabalhista? Economista explica

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Colaboração para o UOL, em São Paulo

15/04/2021 04h00

Usar parte da rescisão trabalhista para investir vale a pena? Onde aplicar? Esta pergunta foi respondida no Papo com Especialista, programa semanal ao vivo do UOL Economia+.

Para o economista César Esperandio parte da resposta é um grande "depende". Ele afirmou que existem dois caminhos a seguir nesse caso: um para quem ainda não tem a reserva de emergência e outro para quem já montou a sua e está começando a expandir seus investimentos.

A reserva de emergência, explica o economista, precisa ficar entre seis a 12 meses do gasto mensal médio. Confira abaixo a estratégia indicada para quem quer investir o dinheiro da rescisão trabalhista.

O Papo com Especialista é transmitido sempre às quartas-feiras, das 12h30 às 13h30, na página inicial do UOL e do UOL Economia+. O programa é exclusivo para assinantes e, após a transmissão ao vivo, fica disponível para consulta.

Primeiro passo é garantir a reserva de emergência

Para quem ainda não tem reserva de emergência, a dica de Esperandio é garantir essa reserva para ter um respiro enquanto não consegue outra renda.

"Siga a estratégia de investir em ativos com segurança máxima e liquidez diária, como um CDB, que é garantido pelo FGC [Fundo Garantidor de Créditos]. Isso serve para a reserva de emergência", afirmou.

Se já você já tem a reserva de emergência garantida, a dica para os iniciantes é diversificar com outros ativos da renda fixa, com menor liquidez e maior rentabilidade.

Esperandio indicou a plataforma apprendafixa —a plataforma compara rentabilidades dos títulos de renda fixa disponíveis, com diferentes prazos de resgate, grau de risco etc.

"Você que está dando os primeiros passos pode olhar títulos prefixados, títulos pós-fixados atrelados ao IPCA. Isso faz você diversificar o tipo de rendimento de cada título que vai compor a sua carteira e tem emissores diferentes, como CDBs emitidos por um banco A ou B, por exemplo. Assim, o seu risco fica mais diluído", afirmou o economista.

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Este material é exclusivamente informativo, e não recomendação de investimento. Aplicações de risco estão sujeitas a perdas. Rentabilidade do passado não garante rentabilidade futura.

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