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Onde investir até R$ 60 mil? Há opções de conservadoras a mais arriscadas

Conteúdo exclusivo para assinantes

Colaboração para o UOL, em São Paulo

08/10/2021 04h00

Quem nunca investiu, mas tem R$ 60 mil para começar, onde aplicar? No Papo com Especialista, programa semanal e ao vivo do UOL, o economista César Esperandio explicou que o primeiro passo para todo mundo é criar a reserva de emergência —que deve ser equivalente a seis e 12 meses do gasto médio mensal do investidor.

Para esse primeiro passo, ele recomenda investimentos seguros, como o Tesouro Selic, título do Tesouro Direto. Se sobrar, é possível diversificar e procurar opções mais rentáveis, mas também mais arriscadas. Veja abaixo onde é possível investir esse montante e assista ao trecho do programa. O Papo com Especialista é um tira-dúvidas sobre investimentos exclusivo para assinantes e é transmitido toda quinta-feira, às 15h.

Tesouro Selic é o "feijão com arroz"

Esperandio disse que o melhor investimento para a reserva de emergência é o Tesouro Selic. "Tem que começar com a reserva de emergência. E o 'feijão com arroz' para isso é o Tesouro Selic", afirmou ele, que também é do canal Econoweek.

Segundo o economista, o Tesouro Selic é o investimento mais seguro do país, garante uma rentabilidade adequada e tem liquidez diária. O Tesouro Selic paga a taxa de juros, a Selic (que hoje está em 6,25% ao ano), mais um bônus. "É a rentabilidade justa para este propósito", afirma.

O tamanho da reserva de emergência varia de pessoa para pessoa. Esperandio recomenda que ela seja de seis a 12 vezes o valor equivalente aos gastos médios mensais do investidor.

Por exemplo: se você gasta R$ 2.000 por mês, você deveria que ter na reserva de emergência entre R$ 12 mil e R$ 24 mil investidos.

Sobrou algum dinheiro? Diversifique

Após a reserva de emergência, e com o dinheiro que sobrar desses R$ 60 mil, você pode diversificar em outros ativos.

"Um dos mais interessantes hoje, com foco no médio e no longo prazo, é o Tesouro IPCA, que te protege da inflação", afirmou. Hoje, o IPCA está acumulado em quase 10% ao ano, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Outra opção para diversificar são títulos do Tesouro Prefixado.

"Esses dois títulos são recomendados apenas se você tem a intenção de permanecer com esses investimentos até a data de vencimento. Se você resgatar antes, sofre a marcação a mercado. Ou seja, nada garante que sua rentabilidade não seria prejudicada [se você vender antes do vencimento]", disse.

Segundo ele, na renda fixa privada, há bônus acima da inflação de 6% ao ano, dependendo do título em que você investir. Há opções como CDBs, LCAs (Letras de Crédito Agrícola) e LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) que pagam juros acima da inflação.

Vale ressaltar que as condições de investimentos citadas aqui são referentes ao dia 2 de setembro, data em que o programa foi transmitido. As taxas podem variar de um dia para o outro.

Dá para arriscar um pouco mais

Para quem tem um perfil mais arrojado, já tem a reserva de emergência montada e já diversificou na renda fixa, pode pegar uma parte desse dinheiro para arriscar um pouco mais.

Antes de ir direto comprar ações na Bolsa, é possível experimentar a renda variável investindo em fundos imobiliários. Com fundos imobiliários, você se torna dono de um pedacinho de vários imóveis e recebe aluguel por eles.

Todas essas opções podem ser buscadas no aplicativo da sua corretora.

Papo com Especialista é toda quinta-feira

O programa Papo com Especialista é transmitido às quintas-feiras, das 15h às 16h, na página inicial do UOL, no UOL Economia e na página de Investimentos, e é exclusivo para assinantes. Reveja programas anteriores aqui.

Você pode enviar perguntas ao Papo pelo e-mail uoleconomiafinancas@uol.com.br —elas podem ser respondidas no programa.

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Este material é exclusivamente informativo, e não recomendação de investimento. Aplicações de risco estão sujeitas a perdas. Rentabilidade do passado não garante rentabilidade futura.

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