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13 investimentos na Bolsa para quem quer arriscar mais

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Do UOL, em São Paulo

31/03/2021 04h00

Muita gente tem medo da Bolsa, mas existem mais de 3 milhões de investidores que não. Com muitos investimentos de renda fixa sequer cobrindo a inflação, as opções na renda variável ficam mais atrativas e muitos investidores preferem encarar o risco da Bolsa a ganhar pouco em investimentos de renda fixa.

Para quem quer arriscar mais, o analista Felipe Bevilacqua, da Levante Ideias de Investimento, montou uma carteira em que 25% dos investimentos são de risco.

Como a carteira tem risco elevado, o analista recomenda que os investidores assistam ao módulo 6 do curso "Os Primeiros Passos do Grande Investidor".

Se você não aceita risco algum, o analista já fez uma carteira de baixo risco. Você pode pegar aqui.

Quem tem perfil mais conservador, mas aceita que 10% da carteira esteja em investimentos de renda variável, pode acessar essa carteira aqui.

Para os perfis mais moderados, as recomendações estão aqui. Para quem aceita que até 20% da carteira esteja na Bolsa, pode ver as recomendações do analista aqui.

Confira abaixo as recomendações do analista para os leitores de UOL Economia+ que tem um apetite maior pelo risco.

25% da carteira está em renda variável

Na carteira preparada pelo analista, 75% dos investimentos são em renda fixa; 10% em renda variável - gestão passiva; 10% em renda variável - gestão ativa; e 5% em renda variável - gestão passiva. O analista classifica a carteira como de alto risco.

"O investidor terá uma diversificação equilibrada, em mais uma estratégia de gestão passiva, na qual será possível expor o patrimônio a grandes empresas de outros países e, consequentemente, a moedas estrangeiras", afirma o analista.

Gestão passiva é quando o gestor busca replicar o retorno de um determinado índice de referência, ou seja, a ideia é que a rentabilidade do fundo acompanhe a variação do índice.

Segundo o analista, a carteira LVNT Arrojada Plus é o primeiro passo em investimentos globais, com uma gestão passiva. "O objetivo da inclusão desses ativos na carteira é, através dos ETFs, investir nas maiores empresas listadas em outros países e suas respectivas moedas, buscando outras formas de rentabilizar a carteira de investimentos. A intenção é atingir o retorno dos índices de referência ligados a cada um dos ETFs", afirma.

Um ETF é um fundo de investimento de gestão passiva, negociado em Bolsa de Valores, onde o gestor busca replicar o desempenho de determinado índice de referência.

Se você quiser saber mais detalhes sobre a estratégia por trás das recomendações, você pode acessar aqui o relatório completo, com todos os detalhes sobre os ativos que entraram para a carteira e seus respectivos riscos.

Recomendações de investimentos em renda variável

Na carteira, 5% dos investimentos são em ativos globais, adquiridos por meio de ETFs. "Escolhi os ETFs, pois possuem maior diversificação, segurança e facilidade para investir, quando comparados com o investimento direto em ações", afirma Bevilacqua. Confira as recomendações do analista.

ETFs

  • IVVB11 (Percentual na carteira - 2,5%) - O ETF do Índice S&P 500, que replica o desempenho das 500 empresas com maior volume de negociação listadas na Bolsa de Nova York e na Bolsa eletrônica Nasdaq.
  • XINA11 (Percentual na carteira - 2,5%) - O ETF do Índice MSCI China, que replica o desempenho de mais de 700 empresas listadas na China. Ele é o principal indicador do mercado financeiro chinês.

Outros 10% são em ETFs nacionais.

  • BOVA11 (Percentual na carteira - 5%) - ETF do Índice Bovespa, que representa o desempenho das ações com maior volume de negociações da Bolsa de Valores;
  • XFIX11 (Percentual na carteira - 2,5%) - ETF do índice Ifix, que representa o desempenho dos principais fundos de investimento imobiliários (FII) da Bolsa de Valores;
  • DIVO11 (Percentual na carteira - 2,5%) - ETF do índice Idiv, que representa o desempenho das maiores pagadoras de dividendos da Bolsa de Valores.

Ações (4% da carteira)

  • Magazine Luiza (MGLU3 - 1%) - O Magazine Luiza é uma rede varejista de eletrônicos e móveis brasileira. Considerada uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil, hoje, seu maior foco é no comércio eletrônico (e-commerce);
  • Vale (VALE3 - 1%) - A Vale é uma mineradora multinacional brasileira e uma das maiores operadoras de logística do país. Além de ser uma das maiores mineradoras do mundo e a maior produtora de minério de ferro, pelotas e níquel, a empresa também produz manganês, ferroliga, cobre, bauxita potássio, alumina e alumínio;
  • Itaúsa (ITSA4 - 1%) - A Itaúsa (Investimentos Itaú S.A.) é uma holding e corresponsável pela política empresarial e pela gestão suas controladas;
  • Isa Cteep (TRPL4 - 1%) - A companhia ISA CTEEP, antiga Transmissão Paulista, é hoje uma das maiores empresas de transmissão de energia elétrica do Brasil, responsável pela transmissão de 33% da energia produzida e 94% da energia consumida na região Sudeste.

Fundos Imobiliários (6% da carteira)

  • XP Malls (XPML11 - 1,5%) - O XPML11 é um fundo imobiliário administrado pelo BTG Pactual e gerido pela XP Vista Asset Management. Esse fundo tem como estratégia a exploração imobiliária de shopping centers, bem como o ganho de capital com a compra e venda de shopping centers;
  • Tellus Properties (TEPP11 - 1,5%) - o TEPP11 é um fundo imobiliário administrado pela BRL Trust e gerido pela Tellus Gestão e Consultoria de Investimentos. O fundo tem como estratégia a compra de empreendimentos corporativos para locação.
  • CSHG Logística (HGLG11 - 1,5%) - O HGLG11 é o fundo imobiliário administrado e gerido pelo Credit Suisse Hedging-Griffo e tem como estratégia a compra de galpões logísticos e industriais para locação;
  • Kinea Renda Imobiliária (KNRI11 - 1,5%) - O Kinea Renda Imobiliária (KNRI11) é um fundo imobiliário administrado pela Intrag e gerido pela Kinea e tem como estratégia a compra de galpões logísticos e lajes corporativas para locação.

Recomendações de investimentos em renda fixa

Para proteger a carteira das oscilações dos investimentos de renda variável, 75% da carteira está alocada em renda fixa. "Nesta parte da carteira, a escolha do ativo deve ser pautada naquele que você mais se identifica. Afinal, tanto a rentabilidade como o nível de segurança são muito parecidos", afirma Bevilacqua.

Confira as recomendações:

  • Títulos do Tesouro Direto - Tesouro Selic 2024;
  • Fundos de Investimentos - Qualquer Fundo de Investimento que compre títulos do Tesouro Selic e que possua uma taxa de administração zero ou próxima de zero. Exemplos: XP Trend Pós-Fixado Simples, BTG Tesouro Selic Simples e Órama DI Simples. Os três possuem a mesma estratégia e taxa de administração de zero;
  • CDB (Certificado de Depósito Bancário) - Nesse caso, as condições para investir nessa modalidade são: liquidez diária; emissor de primeira linha, com alta credibilidade e grande porte; e rentabilidade superior a 90% do CDI. O CDB do PagBank 200% do CDI é uma excelente opção, porém tem limite de aporte até R$ 5 mil.

Importante: todos os detalhes das escolhas, como as teses de investimento e a análise dos ativos estão no relatório completo. Você pode acessá-lo aqui.

Tem alguma dúvida ou sugestão sobre investimentos? Mande sua pergunta para duvidasparceiro@uol.com.br

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Este material foi elaborado exclusivamente pela Levante Ideias e pelo analista Felipe Bevilacqua (sem qualquer participação do Grupo UOL) e tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta de valor mobiliário ou promessa de retorno financeiro e/ou isenção de risco . Os valores mobiliários discutidos neste material podem não ser adequados para todos os perfis de investidores que, antes de qualquer decisão, deverão realizar o processo de suitability para a identificação dos produtos adequados ao seu perfil de risco. Os investidores que desejem adquirir ou negociar os valores mobiliários cobertos por este material devem obter informações pertinentes para formar a sua própria decisão de investimento. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço pode aumentar ou diminuir, podendo resultar em significativas perdas patrimoniais. Os desempenhos anteriores não são indicativos de resultados futuros.

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